O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou nesta segunda-feira, dia 22 de agosto, que a Polícia Federal identifique os integrantes e analise as mensagens de um grupo de Telegram intitulado “caçadores de ratos do STF".
No grupo estaria o influenciador Ivan Rejane Fonte Boa Pinto, preso em julho após fazer ameaças a ministros do STF e políticos como o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em um dos vídeos que motivaram a prisão, Ivan Rejane disse que Lula deveria andar com segurança porque ele iria "caçar" o ex-presidente, a deputada Gleisi Hoffmann (PT-PR) e o deputado Marcelo Freixo (PSB-RJ).
Na mesma gravação, o extremista diz que vai "caçar principalmente" ministros do STF e cita os nomes de Alexandre de Moraes, Luís Roberto Barroso, Luiz Fux, Luiz Edson Fachin, Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes, Cármen Lúcia e Rosa Weber.
Em agosto, o ministro Alexandre de Moraes determinou a prisão preventiva de Rejane. A Polícia Federal apontou, em seu relatório final, que ele “agiu de forma consciente e voluntária para tentar abolir o Estado Democrático de Direito”. Em seguida, a PGR pediu para aprofundar as diligências.
A determinação de Moraes proferida nesta segunda (22) atendeu ao pedido da PGR (Procuradoria-Geral da República). O ministro deu 15 dias para a PF aprofundar as investigações.
Segundo a vice-procuradora-geral da República, Lindôra Araújo, é preciso identificar quem são os 159 participantes de um grupo integrado por Ivan Rejane para que se possa concluir se há associação criminosa no caso, como defendeu a Polícia Federal no relatório final do inquérito.
“Efetivamente, a diligência requerida pelo Parquet [MP] é essencial à confirmação da hipótese criminal levantada pela Polícia Federal e que levou, inicialmente, à decretação da prisão temporária do investigado, posteriormente convertida em prisão preventiva”, disse Moraes.
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