Os ministros Tarcísio Gomes de Freitas (Infraestrutura) e Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos) se filiaram nesta segunda-feira, dia 28 de março, ao Republicanos. Os dois devem disputar as eleições deste ano.
Ligado à Igreja Universal do Reino de Deus, o Republicanos é um partido do Centrão e integra a base do governo do presidente Jair Bolsonaro no Congresso.
Entenda o que é o Centrão;
Tarcísio é uma aposta do presidente Jair Bolsonaro para o governo de São Paulo. Damares cogita uma vaga no Senado pelo estado do Amapá, ou na Câmara dos Deputados, pelo Distrito Federal.
No entanto, nesta segunda-feira (28), mais cedo, a ministra disse que ainda não sabe se irá se candidatar, mas que deixará o Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos até a próxima sexta-feira (1º). Pela legislação, para concorrer a um mandato eletivo, o ministro deve deixar o cargo que ocupa até seis meses antes da eleição.
O ato de Damares e Tarcísio aconteceu em um centro de convenções em Brasília, com a presença: de Marcos Pereira (Republicanos-SP), presidente da sigla; da primeira-dama e amiga de Damares, Michelle Bolsonaro, e de congressistas do Republicanos.
No dia 16 de março, outro integrante do Executivo, o vice-presidente Hamilton Mourão, migrou do PRTB para o Republicanos. Ele pretende concorrer a uma vaga no Senado pelo Rio Grande do Sul.
Em seu discurso, o presidente do Republicanos, deputado Marcos Pereira, disse que o presidente Jair Bolsonaro não pôde comparecer porque teve que fazer exames.
Bolsonaro
Recentemente, Marcos Pereira expôs um atrito da sigla com Jair Bolsonaro. O presidente do Republicanos demonstrou irritação com a postura de Bolsonaro nas movimentações relacionadas à janela partidária, período antes das eleições em que deputados federais podem trocar de legenda sem risco de perder o mandato.
Em entrevista na Câmara, no último dia 23 de fevereiro, Marcos Pereira afirmou que Bolsonaro só estava atrapalhando as filiações ao Republicanos.
Nos bastidores, o presidente do Republicanos disse a aliados que os parlamentares bolsonaristas deveriam ser divididos entre as siglas que compõem a base governista. Na avaliação de Pereira, o PL, partido ao qual Bolsonaro se filiou, estava sendo privilegiado na distribuição.
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