O governo ampliou em 75 por cento os subsídios com recursos do Orçamento e financiamentos para a segunda fase do programa Minha Casa, Minha Vida, que contará com recursos de 125,7 bilhões de reais até 2014 e prevê a contratação de 2 milhões de moradias.
Quando o plano original foi anunciado, em março do ano passado, a previsão era de um total de 71,7 bilhões de reais em subsídios, dos quais 62,2 bilhões do Orçamento e 9,5 bilhões em financiamentos.
A segunda fase do programa habitacional do governo foi lançada nesta quinta-feira pela presidente Dilma Rousseff. Havia expectativa no mercado de que o plano saísse do papel no início de 2011, mas a aprovação de novas regras pertinentes ao programa só ocorreu no Congresso em maio.
Os novos números apresentados pelo governo indicam que o Minha Casa, Minha Vida 2 terá 72,6 bilhões de reais do Orçamento e outros 53,1 bilhões de reais sob a forma de empréstimos -totalizando 125,7 bilhões de reais.
A partir de 2012, o Minha Casa, Minha Vida 2 passará a contar com a participação do Banco do Brasil também no financiamento à população de baixíssima renda. O banco já participava do programa no financiamento às famílias que ganham de três a dez salários mínimos.
A nova fase do programa apresentou ainda ajustes quanto às faixas de renda dos participantes. Diferentemente da primeira etapa, quando a divisão era feita por quantidade de salários mínimos, agora poderão participar famílias que ganham até 5 mil reais por mês.
Do total de moradias previstas, 1,2 milhão (ou 60 por cento) serão destinadas à população com renda mensal de até 1.600 reais. Outras 600 mil unidades irão para quem ganha até 3.100 reais e 200 mil moradias para famílias com renda de até 5 mil reais.
O valor médio das residências no âmbito do programa aumentou para 55.188 reais, contra 42 mil reais anteriormente. Já a área construída média das habitações subiu de 35 para 39 metros quadrados.
A edição inicial do Minha Casa, Minha Vida foi apresentada no começo de 2009, em meio à crise econômica global, com intuito de reduzir o déficit habitacional do Brasil e também fortalecer a economia e gerar empregos.
Na primeira fase foram contratadas 1 milhão e 3 mil residências até 29 de dezembro do ano passado. No fim de 2010, cerca de 250 mil unidades tinham sido entregues.
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