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Mais dois portos brasileiros vetam a exportação de transgênicos

05 maio 2005 - 16h48

Mais dois portos brasileiros, além dos portos de Antonina e Paranaguá, decidiram não mais exportar soja transgênica. Os portos de Ilhéus, na Bahia, e de Vitória, no Espírito Santo, adotaram a mesma postura do Governo paranaense. A decisão foi tomada para atender às exigências do mercado internacional. “Mas, diferente do que aconteceu no Paraná, a decisão lá foi da iniciativa privada, preocupada em atender o mercado externo”, contou Ventura Barbeiro, engenheiro agrônomo do Greenpeace.        Para atender às normas internacionais, os dois portos estão realizando a certificação da soja por meio do “Programa de Preservação de Integridade”. “A vantagem da soja exportada pelo Paraná é que ela não precisa ser certificada porque o mercado externo já conhece a fiscalização realizada pelo Governo do Paraná”, afirmou o ativista.        O Porto de Paranaguá movimentou 6,6 milhões de toneladas de carga geral desde janeiro até o começo de abril. O produto mais exportado no período foi a soja, que alcançou 1,2 milhão de toneladas. Segundo dados da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), o resultado é 59% maior que o do mesmo período do ano passado, quando as exportações do produto chegaram a 780 mil toneladas.        “São números que demonstram que, mesmo sem exportar transgênicos, o escoamento de soja pelo Porto de Paranaguá continua aumentando”, avaliou o superintendente Eduardo Requião. “O crescimento também é resultado de providências que ampliaram a infra-estrutura, ajustaram a programação de chegada de navios e caminhões e ainda da operação safra, que está evitando transtornos aos caminhoneiros”. Em média, o Porto de Paranaguá movimenta mais de 5 milhões de toneladas por ano, enquanto os farelos chegam a quase 6 milhões e o óleo, a base de soja, supera um milhão e meio de toneladas.        O porto de Ilhéus movimentou em 2002, no cais público, 651.822 toneladas de cargas. As principais cargas movimentadas foram trigo, farelo de soja, amêndoas, derivados de cacau, entre outras. Já o porto de Vitória movimentou em 2004 mais de 7 milhões de toneladas de carga geral, registrando a maior movimentação da sua história. As principais cargas foram fertilizantes, produtos siderúrgicos, ferro-gusa, automóveis, açúcar, mármore e granito.         

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