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Governadores se reúnem hoje em Brasília

26 abril 2004 - 08h03

Os governadores de 27 Estados se reúnem nesta segunda-feira no Hotel Blue Tree Park, em Brasília, para cobrar liberação de recursos federais e "aceleração" do crescimento econômico do governo federal. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva não participará do encontro, que foi organizado pelo PSDB. De acordo com o jornal Folha de São Paulo, a atitude dos governadores foi proposital. Na pauta da reunião estão atribuição de receitas, compensação das exportações, segurança pública, invasões de terra, redução de juros e revisão de dívidas dos estados Lula já fez três reuniões com governadores por iniciativa própria. Um dos principais impasses com o governo federal é a mudança na forma de contabilizar as dívidas estaduais. O objetivo dos governadores é de ter espaço para contrair mais débitos. O Palácio do Planalto defende que o tema não deve ser incluído no documento final do encontro, mas apenas discutido.O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, afirmou hoje no Jornal Bom Dia Brasil, da Rede Globo, que vai em busca, na reunião dos governadores com Lula, do dinheiro referente ao Fundo Nacional de Segurança do ano passado, que ainda não foi pago. Em relação à reforma tributária, o governador de SP disse que foi modesta e que a legislação do ICMS também será pauta no encontro de hoje com o presidente. Na entrevista, Alckmin falou também sobre a reforma agrária e condenou a invasão dos sem-terra a terrras produtivas. "Isto não tem nada a ver com reforma agrária", disse. Conforme Alckmin, as reintegrações de posse são sempre risco de conflito. "O diálogo dos governadores com o governo federal deve ser constante e permanentemente aperfeiçoado, mas é preciso que haja cumprimento dos acordos firmados, sob pena de comprometimento da relação". A afirmação foi feita ontem pelo governador do Rio Grande do Sul, Germano Rigotto, antecipando um dos pontos que serão tratados no encontro com Lula; Rigotto refere-se ao acordo firmado no ano passado entre os governadores e o ministro da Fazenda, Antonio Palocci, que fixou em R$ 8,5 bilhões o total para o Fundo de Compensação das Exportações (IPI Exportação e Lei Kandir). "Infelizmente isso não ocorreu. O valor foi fixado em R$ 6,5 bilhões, ou seja, uma diferença de R$ 2 bilhões. Isso é muito aquém da necessidade dos estados, que estão sendo punidos pelo esforço exportador que tanto auxilia o governo federal na conquista do superávit da balança comercial", acrescentou.

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