Na terceira semana de julho, a balança comercial brasileira teve superávit de US$ 1,195 bilhão, resultado de exportações de US$ 4,667 bilhões e importações de US$ 3,472 bilhões. A média das exportações da terceira semana (US$ 933,4 milhões) ficou 23,4% acima do desempenho médio diário verificado até a segunda semana de julho (US$ 756,3 milhões).
No acumulado do mês, exportações chegaram a US$ 10,717 bilhões e as importações, US$ 9,060 bilhões, um saldo positivo de US$ 1,657 bilhão. Em 2015, as vendas externas brasileiras totalizam US$ 105,046 bilhões e as importações, US$ 101,168 bilhões, com saldo positivo de US$ 3,878 bilhões.
Produtos
Nessa comparação, observou-se aumento nas vendas de produtos das três categorias: semimanufaturados (81% em função de açúcar em bruto, celulose, semimanufaturados de ferro e aço e ferro-ligas); manufaturados (21,2%, causado pelas vendas, principalmente, de automóveis, laminados planos, óxidos e hidróxidos de alumínio, tubos flexíveis de ferro e aço, suco de laranja e polímeros plásticos); e básicos (13,8%, por conta de soja em grão, farelo de soja, carne bovina e milho em grãos).
Nas importações, houve retração de 0,6%, pela média diária, em relação às duas primeiras semanas do mês (US$ 698,5 milhões para US$ 694,4 milhões). A queda é explicada, principalmente, pela redução nos gastos com químicos orgânicos e inorgânicos e adubos e fertilizantes.
Mês
As exportações no mês de julho, até a terceira semana, apresentam queda de 17,6%, pelas médias diárias, (US$ 824,4 milhões em 2015 e US$ 1,001 bilhão em 2014). Nesse contexto, observaram-se retração nas vendas externas de produtos básicos; semimanufaturados e manufaturados. Em relação à média diária de junho de 2015, a queda foi de 11,8%, em virtude dos embarques das três categorias de produtos: semimanufaturados (-5,1%), manufaturados (-16,8%) e básicos (-9%).
Nas importações, a comparação das médias diárias até a terceira semana de julho (US$ 696,9 milhões), com a média de julho de 2014 (US$ 933,1 milhões), aponta queda de 25,3%. Nesse comparativo, diminuíram os gastos, principalmente, com combustíveis e lubrificantes (-65,5%), aparelhos eletroeletrônicos (-28,0%), plásticos e obras (-25,7%), veículos automóveis e partes (-25,5%) e equipamentos mecânicos (-21,6%).
Na comparação com junho de 2015, também pelas médias diárias, houve queda de 3,1%, causada por combustíveis e lubrificantes (-33,9%), farmacêuticos (-11,1%), veículos automóveis e partes (-11,0%), plásticos e obras (-10,5%), equipamentos mecânicos (-8,8%) e instrumentos de ótica e precisão (-7,2%).
Deixe seu Comentário
Leia Também

Estudo do Ipea aponta poucos indígenas liderando grupos de pesquisa

Vai à sanção mais rigor para preso que mantiver ameaças contra mulher

Corpo de Bombeiros verifica possível vazamento de produto químico e posto

Mais de 3,4 mil hospedagens já atuam com nova Ficha Digital de Hóspedes, de acordo com Ministério

Na Alemanha, Lula defende parceria com Europa na descarbonização

Reconhecimento do circo como manifestação cultural vai à sanção

Homem é preso em flagrante após incendiar residência de companheira

Comissão da Câmara aprova piso salarial de R$ 5,5 mil para assistentes sociais

Réus são condenados a 1,2 mil anos por chacina contra família no DF

Dourados ultrapassa 5 mil casos de chikungunya e tem 8 mortes, com 2 em investigação
Mais Lidas

Vereador cobra medidas urgentes contra circulação de veículos elétricos guiados por menores

Prefeitura divulga lista de famílias pré-selecionadas para o "Minha Casa, Minha Vida"

Homem morre ao ficar com a cabeça presa em portão de residência
