A Fifa, entidade máxima do futebol, tem feito exigências além da conta para a realização da Copa do Mundo no Brasil, em 2014. A Lei Geral da Copa, que define regras para sediar o Mundial no país, como políticas de ingresso, distribuição de direitos de mídia e garantias dos patrocinadores, tem causado reações negativas em muitos parlamentares, entre eles no deputado federal Fabio Trad (PMDB - MS).
"A Fifa parece buscar, na prática, autonomia total para definir essas questões, como se não houvesse uma legislação nacional em vigor. A questão dos ingressos é exemplar. O Estatuto do Idoso garante meia-entrada aos maiores de 60 anos, assim como leis estaduais preveem o desconto também para estudantes. Não há por que suspender esses direitos na Copa e deixar a definição para a Fifa", afirma Fabio.
Compreende-se a preocupação da Fifa, que nos últimos quatro anos ganhou cerca de US$ 4 bilhões com esse tipo de negócio. Mas deve-se buscar um equilíbrio entre o lucro das empresas, e também o da Fifa, e o acesso dos brasileiros à maior celebração do calendário mundial do futebol, que voltará ao país depois de 64 anos.
O governo já cedeu bastante à Fifa, atendendo a exigências que inflaram os custos do evento em pelo menos dezenas de milhões de reais.
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