O desembargador João Mariosi, corregedor de Justiça do Distrito Federal, determinou na noite de sábado (7) que o Legacy envolvido na queda do vôo 1907 da Gol permaneça no Brasil até o término das investigações sobre o acidente. O pedido foi feito por Bernardo Álvares da Silva Campos, marido de Patrícia de Sousa Moreira, morta na queda do Boeing.Para Campos, a retenção do Legacy garante que os familiares das 154 pessoas mortas serão indenizados ainda que fique decidido que a culpa pela queda é da empresa norte-americana de táxi aéreo dona da aeronave, a ExcelAire. Ela não tem propriedades no Brasil.O pedido havia sido apreciado pela primeira vez sexta-feira (6), pela juíza Ana Maria Cantarino, da 3ª Vara Cível de Brasília. Ela havia ordenado que Campos comprovasse a morte da mulher no acidente, antes de analisar o pedido. A apresentação de provas, entretanto, foi dispensada pelo desembargador, que acatou o requerimento do viúvo.O mérito da sentença de Mariosi, que é provisória, ainda será avaliado por outros desembargadores do TJ (Tribunal de Justiça) do Distrito Federal.
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