A taxa de câmbio doméstica oscilou entre R$ 1,786 e R$ 1,751 ao longo das operações desta segunda-feira, para encerrar o expediente no valor de R$ 1,752, em um decréscimo de 1,57% sobre a taxa de sexta.
Já o dólar turismo foi vendido por R$ 1,870 (queda de 1,57%) e comprado por R$ 1,690 nas casas de câmbio paulistas.
Ainda operando, a Bolsa de Valores brasileira registra ganhos de 3,28%, aos 57.067 pontos, pelo índice Ibovespa. O giro financeiro é de R$ 5,02 bilhões. Nos EUA, a Bolsa de Nova York sobe 0,95%.
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Desde a semana passada os agentes financeiros do mercado têm antecipado, com as oscilações habituais de humor, o anúncio de um "plano abrangente" no front europeu para enfrentar a crise das dívidas soberanas, já nesta quarta-feira.
Na pauta, a necessidade de evitar um calote descontrolado da Grécia, coordenando um perdão da dívida total de forma administrada, além de um programa para recapitalizar os bancos, de modo a combinar exigências factíveis e sem provocar um desgaste político ainda maior.
A magnitude desses problemas faz alguns analistas questionarem o alcance do plano a ser anunciado na quarta-feira, principalmente tendo em vista as negociações difíceis entre os países membros da zona do euro e da União Europeia, tendo por eixo as duas potências econômicas da região, Alemanha e França.
Por enquanto, a expectativa por um desenlace satisfatório tem permitido um aumento do apetite por risco, o que deu novo impulso às Bolsas de Valores, e contribuiu para tirar pressão sobre a cotação da divisa americana, que há quase quatro semanas oscila abaixo de R$ 1,80.
Uma parcela dos analistas no setor financeiro já acredita que a taxa deve ficar abaixo de R$ 1,75 nos próximos dias, podendo chegar a R$ 1,70 ainda no curto prazo.
O boletim Focus, por enquanto, ainda aponta uma taxa de R$ 1,75 como projeção de boa parte do mercado financeiro para este ano. Esse relatório é elaborado pelo Banco Central a partir das projeções econômicas de uma centena de instituições financeiras.
####JUROS FUTUROS
As taxas projetadas ficaram estáveis nos contratos de prazo mais curto negociados na BM&F. Para janeiro de 2012, a taxa prevista foi mantida em 11,13% ao ano.
Mas nos contratos de prazo mais longo, no entanto, os juros cederam: para janeiro de 2013, a taxa prevista recuou de 10,48% para 10,41%. Esses números são preliminares e ainda estão sujeitos a ajustes.
Chamou a atenção de operadores e analistas o recuo nas projeções de inflação registradas no boletim Focus. Para 2012, a taxa prevista para o IPCA recuou de 5,61% para 5,60%. E para este ano, a inflação projetada cedeu de 6,52% para 6,50%.
Com informações da Folha Economia
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