A lei 3.276 promulgada no dia 19 de outubro último pelo governador do Estado foi recebida pelo vereador Carlito Dutra, do município de Brasilândia, com ironia: "ela chega com três décadas de atraso", disse. Carlito explica que em nível federal a prática de dar nomes a prédios públicos com nomes de pessoas vivas, como prevê a lei assinada por Zeca do PT, já é coibida desde 1977 por força da lei 6.454. O vereador, que disputou recentemente as eleições para o Governo do Estado pelo PSOL, disse ainda que, recentemente, na condição de relator da Comissão de Justiça e Redação Final da Câmara de Brasilândia, analisou Projeto de Lei apresentado pelo Executivo Municipal de sua cidade que propunha denominar prédio público numa praça da cidade, com o nome do senador Ramez Tebet e o projeto foi rejeitado com base na Lei Federal. Carlito defende que as homenagens aos grandes homens e mulheres que construiram a grandesa desse Estado "devem ser eternizadas em lei somente após a sua morte: é natural que honremos nossos heróis, para a memória dos grandes feitos não se percam pelos fiapos da história", conclui.
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