A Caixa Econômica Federal anunciou a redução das taxas de juros para todos os clientes que desejam comprar imóveis nas condições com valor acima de R$ 500 mil, fora, portanto, do Sistema Financeiro de Habitação (SFH). As novas taxas valerão para os financiamentos contratados a partir desta terça-feira, dia 15 de janeiro.
Nesta modalidade de crédito imobiliário, as taxas de juros efetivas para clientes que não possuem relacionamento com o banco caem de 9,9% para 9,4% ao ano. Para clientes que possuem relacionamento e conta salário na CAIXA, as taxas serão reduzidas de 8,9% para 8,4% ao ano. No caso de servidores públicos, as taxas de juros podem chegar a 8,3% ao ano. A economia para um financiamento de R$ 600 mil, por exemplo, poderá ficar em torno de R$ 43,3 mil, em 30 anos.
Segundo o vice-presidente de Habitação e Governo da CAIXA, José Urbano Duarte, “diante do cenário de demanda crescente por crédito imobiliário, o objetivo da CAIXA é oferecer condições atrativas para os todos os clientes”. Segundo ele, em 2012, a CAIXA reduziu juros pelo Programa CAIXA Melhor Crédito para imóveis enquadrados no SFH. “Desta vez, ampliaremos as opções também ao público de média e alta renda”, enfatiza.
###Programa CAIXA Melhor Crédito:
O Programa CAIXA Melhor Crédito, lançado pelo banco em 2012, teve como pilares a redução acentuada das taxas de juros, o aumento do volume de recursos disponíveis ao mercado, a valorização dos clientes – atuais e novos – e a orientação para o crédito consciente, além da melhoria na eficiência operacional.
Com o Programa CAIXA Melhor Crédito, a CAIXA reduziu as taxas de juros do crédito imobiliário em até 21% para imóveis enquadrados no SFH. Nas operações com recursos da poupança, o banco aumentou o prazo de financiamento, de 30 para 35 anos.
###Crédito Imobiliário:
A CAIXA alcançou, no dia 21 de dezembro de 2012, um volume de R$ 101 bilhões em contratações do crédito imobiliário. Com o resultado, o banco superou a expectativa de empréstimos imobiliários para o ano e atingiu um recorde no financiamento para casa própria. O volume corresponde a um crescimento de 33,8% em relação ao mesmo período no ano anterior, quando realizou R$ 75,4 bilhões em contratações.
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