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Brasil : Psicólogo está preocupado com Daiane

08 agosto 2004 - 22h25

Com o peso da responsabilidade de ser uma das maiores esperanças de medalha de ouro nas Olimpíadas de Atenas e com dores no joelho, a ginasta Daiane dos Santos é um dos principais alvos do psicólogo da delegação brasileira, Dietmar Martin. "A partir de hoje (domingo) sou o responsável por dar ajuda e ofereci tratamento para todos os atletas. Estou pensando em fazer um contato com a Daiane, mas a decisão é dela e do técnico (Oleg Ostapenko)", explicou o psicólogo, que é alemão. "A Daiane precisa ter uma blindagem para pressão. No esporte individual o nível de estresse e ansiedade é superior (em relação aos esportes coletivos)", completou o presidente da Associação Brasileira de Psicologia de Esporte. Daiane tentará uma medalha no solo, prova para a qual criou dois saltos novos e é campeã mundial. Se ela conseguir o ouro, será a primeira medalha individual de uma mulher brasileira em Olimpíadas. A ajuda que Martin pretende oferecer a Daiane e a todos os atletas é um trabalho com técnicas de relaxamento e respiração, métodos que são os seus preferidos para um curto período de tempo, como acontece durante os Jogos. "São técnicas simples que eles podem adquirir rápido. Atletas têm que aprender a lidar com a pressão", disse Martin, que não gosta de palestras motivacionais e prefere métodos de concentração e mentalização. Martin já montou sua sala na Vila Olímpica para atender os brasileiros, mas mesmo assim conta com a ajuda de outros profissionais, como os fisioterapeutas. "Temos um atendimento multidisciplinar, com dentista, fisioterapeuta, médicos, que são meus aliados. A Daiane está no departamento médico e o fisioterapeuta explica técnicas de relaxamento. Na fase da dor, o fisioterapeuta tem uma função importante." Para ele, um exemplo de preparação é o vôlei, em que o trabalho é preventivo. "As categorias de base já têm um trabalho psicológico, e quando os atletas chegam na seleção principal já sabem como lidar melhor," explicou ele, destacando o trabalho do técnico da seleção masculina, Bernardinho, e feminina, José Roberto Guimarães. "Mas existem técnicos que não acreditam na preparação psicológica, que são onipresentes. Os tempos mudaram."

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