O Brasil perdeu 41 postos na classificação anual da organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF) sobre liberdade de imprensa, documento que foi publicado nesta terça-feira.
A maior queda de um país latino-americano, no entanto, foi a da Chile, que parou na 82ª colocação ao perder 47 postos. Por outro lado, Cuba e México continuaram ocupando as piores posições do continente, respectivamente em 167º e 149º entre as 179 nações analisadas.
Com a grande perda de posições, o Brasil chegou à 99ª posição, essencialmente por causa da violência que a imprensa sofre na região nordeste e na zona fronteiriça com o Paraguai.
O país também é prejudicado pela corrupção local, a atividade do crime organizado e os atentados contra o meio ambiente, todos eles perigosos para os jornalistas.
RSF lembrou que três jornalistas morreram no Brasil em 2011 e, embora tenha reconhecido avanços na luta contra a impunidade, detectou também substanciais diferenças em função das regiões com grandes pressões dos poderes locais.
No caso do Chile, a RSF indicou que a revolta estudantil evidenciou os ataques físicos ou através da internet e os atentados contra redações, que se somaram à violência que sofreram alguns repórteres.
Deixe seu Comentário
Leia Também
FFMS firma parceria para transmissão de jogos do Estadual

Prefeitura abre seleção para professor do ensino fundamental

Saúde apreende lote milionário de canetas emagrecedoras
Identificado ciclista que morreu em acidente com caminhão
FUTEBOLPalmeiras vence Corinthians e fatura a Supercopa Feminina

As "sementes" de um novo Brasil!?
Comitê debate ações de acesso à Justiça pelos povos indígenas
COSTA RICAHomem é preso por estupro após atrair adolescentes com comida

Hospital Regional divulga resultado para residência médica
Apps de bancos voltam a funcionar após horas de instabilidade
Mais Lidas

Vítima denuncia inquilino por não pagar aluguel e não devolver itens levados para conserto

Golpe do Pix: vítima perde quase R$ 4 mil após clicar em link de falso crédito

Influenciadora investigada por ataques virtuais e descumprimento de medida protetiva segue presa
