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Brasil ocupa 2º lugar no ranking sobre mortes por armas de fogo

06 maio 2005 - 12h55

O Brasil ocupa o segundo lugar no ranking divulgado hoje (5) pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco) sobre as taxa de mortes por armas de fogo entre 57 países de todo o mundo.
Os dados são referentes aos anos de 2000 a 2003, e foram colhidos pela Unesco com base em relatórios enviados pelos países à Organização Mundial de Saúde (OMS). Segundo o ranking da Unesco, o Brasil perde apenas para a Venezuela na quantidade de óbitos por armas de fogo. Em 2002, foram quase 22 mortes por armas em cada cem mil habitantes no Brasil. Já na Venezuela, esse número chega a 34 mortes.
Em contrapartida, no Japão - último colocado do ranking - menos de uma pessoa morreu no mesmo período em consequência de armas de fogo. O Brasil perde para países como Israel, que historicamente mantém conflitos com o povo palestino na disputa por territórios no Oriente Médio. Israel ficou em 6º lugar no ranking, atrás de países como os Estados Unidos, Argentina, México, França e Croácia.
Ao contrário do Brasil, em Israel é permitida apenas a posse de armas de fogo, mas sua comercialização é proibida. Para o representante da Unesco no Brasil, Jorge Werthein, o ranking mostra a necessidade de mudanças no comércio de armas de fogo no país. "Lamentavelmente o Brasil ocupa o 2º lugar. Isso mostra a preocupação necessária com a alta taxa de mortes por arma de fogo no Brasil. É muito, em comparação com os 57 países", ressaltou.
O representante da Unesco apresentou o ranking ao presidente da Câmara, Severino Cavalcanti (PP-PE), e fez um apelo para a aprovação do decreto legislativo que determina a realização de referendo sobre a comercialização de armas de fogo em outubro deste ano. O pedido da Unesco sensibilizou o presidente da Câmara.
"Nós precisamos fazer tudo pra savalguardar a sociedade, e a sociedade não pode ficar sendo punida por falta de ação dos legisladores e da própria segurança do país. O referendo vai, e quem vai decidir é o povo. Tem que acabar a obstrução, senão eu não vou poder colocar em votação", disse Cavalcanti após encontro com Jorge Werthein.

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