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Brasil enfrenta a Síria nas oitavas-de-finais no Sub-20

21 junho 2005 - 08h15

Os jogadores da Síria, adversária do Brasil nesta terça-feira pelas oitavas-de-final do Mundial Sub-20, lêem muito jornal e estão sempre na Internet. O interesse fez efeito, e os atletas estão sabendo bastante sobre o Brasil."Segundo o que lemos e sabemos, eles não estão muito bem. E isto deve deixá-lo muito nervosos, pois não estão acostumados a este tipo de situação, principalmente contra um time sem tradição como o nosso", disse o meio-campo Hasan Al Mostafa.O zagueiro Abd Dakka reforça a tese dizendo que "a pressão não está sobre nós". "Está sobre eles. E, se eles se descuidarem, nós temos potencial para surpreendê-los. Entramos sem nada a perder, pois estamos entre os 16 melhores do mundo, e isso nunca aconteceu. Portanto, uma vitória sobre o Brasil seria a maior página do futebol do nosso país".O treinador da Síria, o iugoslavo Mirolav Radenovic, disse estar vivendo um "sonho". "A classificação para o Mundial, a vitória na primeira fase sobre os italianos, que estão entre os quatro melhores da Europa, e agora a classificação para as oitavas..."Os sírios terão transmissão ao vivo na televisão do país, fato até agora não realizado, segundo os dirigentes. Eles também viram em tem real o jogo entre Brasil e México pela Copa das Confederações."No Oriente Médio, nós somos considerados os mais brasileiros da região. Pelo que conheço da Síria, não estou surpreso. Vencer o Brasil poderia ser a bandeira deste crescimento", lembrou Radenovic.O entusiasmo é mais pelo fato de jogar contra o Brasil do que a partida em si. Telefonemas, telegramas e até jornalistas da Síria estão assediando a Seleção Brasileira."Apesar das notícias terríveis que chegam do Oriente Médio (bomba matou líder do partido comunista libanês, notavelmente anti-Síria), o futebol pela primeira vez virou prioridade, pelo menos hoje. Esperamos que amanhã também", disse o meio-campo Adnan Al Hafez."A Síria tem 20 milhões de habitantes. Se vencermos o Brasil, pelo menos cinco milhões bloquearão as estradas e aeroporto para nos receber. Será mais do que um título", finalizou Radenovic.    

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