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Brasil e Venezuela disputam o título sul-americano do vôlei

05 setembro 2003 - 16h23

Embora somente um ou outro jogador da seleção brasileira masculina de vôlei esteja encarando como revanche, este é o clima da partida entre Brasil e Venezuela, amanhã (6), às 16h, no ginásio do Miécimo da Silva, em Campo Grande, zona oeste do Rio de Janeiro. É a quinta e última rodada da 25ª edição do Campeonato Sul-Americano masculino de vôlei. Além de definir o campeão da competição, a vitória garante ao vencedor a participação na Copa do Mundo, em novembro, no Japão, quando estarão em jogo três vagas para os Jogos Olímpicos de Atenas, em 2004. O oposto Anderson não esconde a vontade de enfrentar de novo a Venezuela. “O jogo valerá uma vaga para a Copa do Mundo, por isso exigirá dedicação total. A Venezuela vai lutar ao máximo para ir ao Japão. De uma maneira ou de outra, será uma revanche. Ninguém aceita a derrota no Pan-Americano. A Venezuela está entalada na garganta e queremos dar o troco”, diz o jogador.A incógnita, para Anderson, é se os venezuelanos manterão o ritmo de Santo Domingo. “Vai ser um jogo bem disputado. A Venezuela vem num ritmo muito bom. É um time bem treinado e mostrou a sua força no Pan. Chegar ao ápice é fácil. Difícil é se manter nessa condição”, completa o oposto.Enquanto isso, o capitão Nalbert descarta o clima de revanche. “Temos que encarar esse jogo com tranqüilidade e não entrar com espírito de revanche. Precisamos pensar em fazer o nosso jogo certo. É claro que a Venezuela melhorou muito, desencantou no Pan e vai vir com tudo. É um time que ataca muito bem e esse levantador (Valera) deu outro ritmo ao grupo”, diz o ponta. O técnico Bernardinho se posiciona entre as duas opiniões. “No momento, o jogo contra a Venezuela é mais preocupante do que antes. Isso devido ao que estão jogando. A vitória no Pan-Americano deu muita confiança. É um time jovem e sem grandes responsabilidades, que possui não seis, mas sete jogadores em condições de serem titulares. O Diaz é o sétimo jogador deles. O Gómez é sempre o algo a mais, principalmente no saque e no ataque. Os dois centrais

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