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Brasil destinará US$ 5 milhões ao tratamento da aids em seis países

29 outubro 2004 - 14h46

O governo brasileiro vai destinar US$ 5 milhões em 2005 para o tratamento de portadores do vírus HIV em seis países: Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe, Cabo Verde, Timor Leste, Paraguai e Bolívia. Os recursos estão previstos no Projeto de Cooperação Internacional para a Aids, que o Brasil desenvolve desde 2002, e servirão para a compra de medicamentos, equipamentos e envio de profissionais a esses países. O projeto prevê a doação dos sete medicamentos produzidos pelos laboratórios oficiais e a capacitação técnica de profissionais de saúde. A quantidade de remédios será suficiente para atender toda a população infectada nos seis países beneficiados. A estimativa é de que existam cerca 13 mil pessoas portadores do HIV. Em contrapartida, esses governos terão que garantir a distribuição gratuita dos medicamentos e a aquisição das drogas de segunda geração para os casos de falha no tratamento. Também terão que oferecer tratamento para as chamadas doenças oportunistas, que surgem por causa da deficiência imunológica provocada pelo vírus. “A aids não é um problema de um país, mas da humanidade”, disse o diretor do Programa Nacional de Doenças Sexualmente Transmissíveis e Aids do Ministério da Saúde, Pedro Chequer. “Os países têm que fazer aliança e buscar apoiar-se mutuamente com vistas ao enfrentamento dessa doença”. O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) também participa do projeto, fornecendo equipamentos e material para o teste de HIV, destinado a identificar a doença em mulheres grávidas. Chequer assegurou que a doação para outros países não provocará falta de remédios no Brasil. Cerca de 150 mil brasileiros recebem gratuitamente a medicação produzida pelos laboratórios oficiais. “A rigor, nós temos até uma capacidade ociosa de produção”, afirmou. Além de contribuir para o combate mundial da aids, Chequer disse que a iniciativa vai servir para ensinar os técnicos brasileiros a criar estratégias de atuação em áreas de difícil acesso e de população de baixa renda e escolaridade. “Nós temos vários brasis. Temos Guiné Bissau e Timor Leste no nosso próprio país”, afirmou

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