Menu
Busca domingo, 19 de setembro de 2021
(67) 99257-3397
IMUNIZAÇÂO

Brasil chega aos 100 milhões de vacinados com 1ª dose

30 julho 2021 - 21h20Por G 1

O Brasil chegou nesta sexta-feira, dia 30 de jukho, aos 100 milhões de vacinados contra a Covid-19, aponta o consórcio de veículos de imprensa. Esse número é referente aos imunizados com a primeira dose (sem contar os brasileiros vacinados com a Janssen, vacina de dose única).

São exatamente 100.082.100 pessoas imunizadas, conforme dados das secretarias estaduais de Saúde. Isso equivale a 47,26% da população.

Já o número de pessoas que completou o esquema vacinal, com duas doses, ainda é baixo: 41.012.243 ou 19,37% da população.

Isso acontece porque, das quatro vacinas em uso no país, três usam duas doses, em intervalos diferentes. A CoronaVac está sendo aplicada em um intervalo de quatro semanas. Já Pfizer e AstraZeneca usam um esquema de 12 semanas (3 meses).

"O grande número de doses aplicadas ocorreu em abril, maio e junho, e usamos muito as vacinas da AstraZeneca e da Pfizer. Então, a segunda dose ficou agora para agosto, setembro. Esperamos nos próximos meses a finalização de muitos esquemas de vacinação. Devemos ver esse número [da segunda dose] subir nesses dois meses", explica o infectologista da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Renato Kfouri.

Como as vacinas têm intervalos diferentes entre as doses, a % de pessoas com o esquema vacinal completo ainda é baixa no Brasil. Para Kfouri, os números devem aumentar entre agosto e setembro, já que pessoas que tomaram a primeira dose de AstraZeneca e Pfizer em abril e maio estão retornando agora para a segunda dose.

Ele lembra que, além do intervalo entre doses, existem outras questões para a taxa da segunda ainda ser baixa.

"Temos também a taxa de abandono, mas isso existe para todas as vacinas que usam mais de uma dose. Cerca de 75%, 80% das pessoas voltam para terminar o esquema. Ainda assim, em uma pandemia, a taxa de abandono deveria ser menor" - Renato Kfouri.

Para Jamal Suleiman, infectologista do Hospital Emílio Ribas, em São Paulo, outras variáveis para a baixa porcentagem são o intervalo longo entre doses e as reações adversas na primeira dose.

"As pessoas esquecem de tomar a segunda dose e isso é assim para outras vacinas também. Além disso, temos os eventos adversos leves, que estão tendo outra dimensão. A pessoa recebe a vacina, tem esse evento (febre, dor) e associa com o fato de ter sido grave. Ao fazer essa associação, ela acaba com a possibilidade de receber a segunda dose para não sofrer o mesmo impacto. Mas esse evento dura pouco tempo. Basta tomar um paracetamol ou dipirona e ele desaparece", alerta Suleiman.

Deixe seu Comentário

Leia Também

DOURADOS
Instabilidade no E-SUS impede atualização de dados da Covid-19 do município
EMPREGO
Concurso da Caixa Econômica tem vagas para MS e salário de R$3 mil
Morre aos 87 anos o ator Luis Gustavo
BRASIL
Morre aos 87 anos o ator Luis Gustavo
BRASIL
Falha em subestação de Rio das Ostras causou apagão no RJ e MG
PANDEMIA
Pesquisa aponta que 90% consideram importante exigir vacina contra Covid-19 na volta aos escritórios
POLÍCIA
Foragido no Brasil e Paraguai é preso pela Polícia Civil do MS
BLITZ EDUCATIVA
Agepan orienta e auxilia empresas para o fortalecimento do transporte intermunicipal em MS
COVID-19
Idosos de 89 a 84 anos recebem dose de reforço nesta semana no Rio
TST
Carteiro dependente químico dispensado por justa causa será reintegrado no emprego
ENTREVISTA
Brasil em Pauta discute os desafios da crise hídrica no país

Mais Lidas

DOURADOS
Morto durante o trabalho em fazenda tinha 26 anos
ACIDENTE DE TRABALHO
Maquinário cai e mata trabalhador em fazenda entre Dourados e Itahum
'AMIGÃO'
Bêbado bate carro e deixa amigo ferido em canteiro
REGIÃO
Casal precisa ser socorrido após carro quase ser "engolido" pela chuva