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Brasil afina seu "quadrado mágico" no último amistoso antes da Copa

03 junho 2006 - 14h44

Segundo o técnico Carlos Alberto Parreira, o jogo de amanhã servirá também para dar ritmo ao time e entrosamento aos jogadores. Independentemente do adversário, "o jogo será bom para a melhor organização da equipe, para dar ritmo aos jogadores, para que eles possam se reencontrar em campo novamente, ter confiança nas jogadas", disse o treinador, A Nova Zelândia será o adversário mais difícil do Brasil antes da estréia na Copa, no dia 13 de junho, contra a Croácia, em Berlim. Desde que chegou a Weggis no dia 22 de maio, a Seleção disputou um jogo-treino contra o time sub-20 do Fluminense (13-1) e um amistoso contra a seleção de Lucerna (8-0). A fragilidade dos adversários levou o lateral-esquerdo Roberto Carlos a comentar que o que mais lhe chamou atenção foi o "gol tomado contra o Fluminense, apesar dos 21 marcados". "Pelo menos a Nova Zelândia é um adversário meio difícil. Parreira não nos pediu nada de especial. Apenas para nos concentrarmos no que estamos trabalhando e fazer com que a equipe jogue bem sem a bola nos pés", disse o lateral-esquerdo. O jogo contra o All Whites, como os neozelandeses são conhecidos, faz parte da estratégia de Parreira de enfrentar adversários fáceis antes da Copa, pensando mais em aperfeiçoar o jogo coletivo do que nos resultados expressivos. Já os neozelandeses vão a Genebra motivados por dois bons resultados obtidos recentemente: uma vitória sobre a Geórgia e um empate com a Estônia. O zagueiro Danny Hay, autor do gol de empate dos All Whites contra a Estônia, chegou inclusive a brincar com sua boa atuação: "Na realidade, lamento ter feito esse gol contra a Estônia. Preferia tê-lo guardado para o Brasil, porque nos fará falta", disse ele à imprensa de seu país. "Não há como esconder: o jogo contra o Brasil será extremamente difícil. Minha esperança é que possamos jogar com orgulho e paixão e sair de campo com a cabeça erguida. Há um enorme interesse nesse jogo", disse Danny Hay. - Equipes - Brasil: Dida - Cafu, Lúcio, Juan, Roberto Carlos - Emerson, Zé Roberto, Kaká, Ronaldinho - Ronaldo e Adriano. T: Carlos Alberto Parreira Nova Zelândia: Glen Moss - Kris Bouckenooghe, Danny Hay, Steven Old, Noah Hickey - Ivan Vicelich, David Mulligan, Jeremy Christie, Raf de Gregorio - Leo Bertos e Chris Killen. T: Ricki Herbert.

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