Durante toda esta semana, Mato Grosso do Sul deverá reunir dois mil participantes entre empresários, produtores e pesquisadores do Brasil e Estados Unidos, que atualmente é o maior produtor e exportador mundial. Também participam representantes do Paquistão que desenvolve alta tecnologia no setor e Austrália que possui maior potencial de quilos por hectares. A realização do evento é uma parceira entre UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) e Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária).
Ao escolher o Estado como sede do congresso a comissão organizadora pretende prestigiar a região Centro-Oeste, responsável por 70% da produção nacional de algodão. Mato Grosso do Sul possui aproximadamente dois milhões de hectares cultivados. Devido à posição geográfica estratégica ele fica em vantagem com relação aos países integrantes do Mercosul, principalmente porque o Brasil é o único da América Latina que conseguiu recuperação na produtividade.
Estão programadas quatro conferências que vão abordar os sistemas conservacionistas da produção do algodão: melhoramento genético, qualidade da fibra do produto e ainda economia e manejo.
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