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Bolsa Ajuda é resposta a quem disse que virei as costas para o povo

28 janeiro 2010 - 13h39

O prefeito Ari Artuzi (PDT) disse que o programa Bolsa Ajuda, criado através do decreto nº 791, publicado no dia 26 deste mês, é a resposta da administração municipal aos críticos que o acusaram de “virar as costas” para o povo mais necessitado de Dourados. “Todos conhecem minha história. Sabem da minha ligação com os moradores da periferia, onde eu também moro. Todos sabem que sempre trabalhei em defesa dos mais carentes e não seria agora, como prefeito de Dourados, que eu iria virar as costas para o meu povo”, afirmou Artuzi nesta quinta-feira.
Artuzi disse que o Bolsa Ajuda é uma ação emergencial, que vai socorrer as pessoas no momento em que elas mais necessitarem. “A ajuda não será permanente, mas será oferecida no momento mais crucial da vida dessas pessoas, quando elas mais precisam e não têm a quem recorrer”, explicou o prefeito.
“Nossa administração está trabalhando em benefício de toda a sociedade. Estamos ajudando a todos que nos procuram. Incentivamos o comércio com uma ajuda financeira para a decoração de Natal e fizemos a recuperação das ruas da área central, tudo para que o douradense tivesse um incentivo a mais para comprar nas lojas da cidade. Estamos trabalhando forte para trazer novas empresas para Dourados e para gerar mais emprego. Mas nunca esquecemos do povo da periferia. Também estamos trabalhando para essas pessoas”, afirmou Artuzi.
O prefeito disse que as dificuldades ainda são grandes, principalmente em decorrência da queda de receita, um problema que atinge todas as prefeituras de Mato Grosso do Sul. “Tivemos que adotar uma série de medidas para cortar os gastos e aos poucos estão resolvendo os principais problemas que afetam nossa população. Mesmo diante da crise financeira que castiga os municípios, não poderíamos deixar de atender os mais necessitados”, disse o prefeito.
O programa social foi criado por Artuzi para defender a criança e o adolescente em situação de risco, idosos, pessoas com deficiências, gestantes e pessoas vítimas de catástrofes e portadores de doenças graves.
A ajuda será oferecida em duas formas. A primeira é a distribuição de alimentos através de uma cesta básica, que vai atender famílias com renda de até um quarto do salário mínimo, ou em situação de risco, de miséria ou de catástrofe.
A segunda forma é a liberação de R$ 60 em dinheiro por mês durante um período não superior a seis meses a cada ano, para quem necessita de renda complementar para pagamento de despesas de moradia, como aluguel, água e luz.
“O Bolsa Ajuda será um programa diferente, que vai atender as pessoas naquele momento mais difícil, quando não há outra solução. Vamos ajudar essas pessoas a passarem por esse momento difícil e ao mesmo tempo orientá-las através dos outros programas municipais para que não precisem mais dessa ajuda”, afirmou Ari Artuzi.






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