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BB autoriza produtor a renegociar atrasados

10 maio 2006 - 15h39

As agências do Banco do Brasil (BB) estão autorizadas a negociar, desde hoje, a prorrogação das dívidas de custeio agrícola vencidas no ano passado e a vencerem neste ano. A informação foi dada pelo vice-presidente de Agronegócios do banco, Ricardo Conceição. Segundo ele, o BB prorrogou dívidas no valor de R$ 2,5 bilhões em 2005, mas cerca de metade já foi quitada. O dirigente do banco lembrou que a autorização para isso foi dada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) há duas semanas e disse que a renegociação está liberada para os produtores que tiveram perda nas safras de algodão, arroz, milho, soja, sorgo e trigo. De acordo com Ricardo Conceição, a contratação da prorrogação por mais um ano será automática, com juros de 8,75% ao ano. Basta procurar as agências do BB até o dia 31 de julho. Quanto à quebra de safra verificada em outras lavouras, ele informou que o BB também renegociará os débitos, que serão examinados caso a caso. As recomposições poderão ser para pagamento em até cinco anos, mas os juros ficarão um pouco mais altos, entre 14 e 20% ao ano. Ricardo Conceição reconheceu que "são juros altos, mas bem menores do que aqueles cobrados pelos fornecedores dos agricultores". Ele explicou que o objetivo do BB é equacionar quaisquer dificuldades financeiras dos agricultores para que possam continuar na atividade. O diretor do BB destacou também que o banco colocou R$ 1 bilhão de recursos próprios para financiamento de estocagem via Empréstimos do Governo Federal (EGF), a partir de hoje. O objetivo, adiantou, é proporcionar recursos ao produtor rural para que ele armazene seu produto para venda futura, em melhores condições de comercialização. Ele enfatizou que os agricultores interessados nessa operação, com juros anuais de 8,75%, devem depositar sua produção nos armazéns credenciados, e procurar sua agência de relacionamento para contratar créditos limitados de acordo com o produto: de R$ 500 mil a R$ 1 milhão (algodão), de R$ 400 mil aR$ 800 mil (milho), de R$ 200 mil a R$ 600 mil (arroz, sorgo e trigo) e de R$ 150 mil a R$ 800 mil (soja), dependendo da região produtora.

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