Diversos sites internacionais de notícias divulgaram, nesta quinta (04) e sexta-feira (05), informações sobre a batalha legal envolvendo a brasileira Daniella Cicarelli e o site de vídeos YouTube, que manteve no ar imagens picantes da modelo e seu namorado, Renato Malzoni Filho. Muitos desses veículos reproduziram o discurso do advogado Rubens Decoussau Tilkian, representante do casal, e afirmaram que a Justiça tornaria inacessível no Brasil o serviço de vídeos comprado pelo Google no ano passado.
Essa informação foi negada na noite de quinta-feira pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP). O desembargador Ênio Santarelli Zuliani, responsável pela decisão de caráter liminar, explicou via assessoria de imprensa que o bloqueio não se refere a todo o site; segundo ele, a filtragem está restrita somente ao vídeo do casal filmado em uma praia de Cádiz, na Espanha. Tilkian, por outro lado, reiterou que a página será tirada do ar.
A versão on-line do site “The New York Times”, por exemplo, publicou a reportagem “Brasil: Juiz bloqueia vídeo no YouTube”. Na seção de negócios do site, há uma nota que conta o histórico do caso e afirma que o vídeo já estava inacessível na quinta-feira. A publicação tentou obter informações com representantes do YouTube, mas não conseguiu (no Brasil, o Google também não se manifestou). Assim como acontece em praticamente todas as reportagens, o "NYT" lembra que Cicarelli já foi casada com o jogador Ronaldo.
A página da CNN reproduziu o texto da agência de notícias Reuters e informou que um tribunal brasileiro ordenou o fechamento do YouTube até que “o vídeo de sexo de uma celebridade” seja removido. “Daniella Cicarelli, modelo e ex-mulher do jogador de futebol Ronaldo, processou o site depois da divulgação de um vídeo dela aparentemente mantendo relações sexuais com seu namorado em água rasa”, diz o texto.
Já o site britânico de tecnologia “The Register”, um dos mais importantes neste segmento, divulgou uma foto do casal se beijando na praia junto à reportagem “Tribunal brasileiro ordena fechamento do YouTube”. A reportagem conta que o casal já havia solicitado a exclusão do conteúdo, mas muitos usuários continuaram postando as imagens na página. “Em dezembro, eles entraram com outro processo pedindo que o site fosse retirado do ar, enquanto o vídeo estivesse disponível naquele endereço”, conta o “The Register”.
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