O aumento consentido na tarifa de transporte público não terá o alvoroço de dois anos atrás, quando estudantes, inflamados com os protestos realizados por todo o país, resolveram se manifestar em Dourados contra o possível reajuste anunciado, mas que nunca ocorreu. Na ocasião, eles chegaram a acampar na Câmara de Vereadores do município e por lá ficaram aproximadamente 40 dias, desafiando as autoridades locais.
O tempo passou, os problemas no transporte público continuaram e até o momento não se houve falar em nenhuma manifestação, ou até mesmo questionamento, sobre o assunto ‘que se encontra fora da moda’.
O argumento utilizado pela empresa que explora o serviço no município, a Medianeira, para o aumento da passagem é plausível – os quatro anos de preços ‘congelados’.
Porém, mesmo em uma época que aponta para a recessão, volta da inflação e os recentes tarifaços impostos pelo governo federal, a administração municipal e a concessionária devem ter o bom senso na hora de bater o martelo para o novo valor, até porque o cidadão também sofreu todos os efeitos que a empresa alega.
Sem esquecer, é claro, a questão da redução da alíquota do ICMS do diesel, sancionada pelo governo do Estado com validade até o dia 31 de dezembro deste ano.
Além dessas questões, a qualidade na prestação de serviço também deve ser discutida e apesar da aparente melhora em relação a frota e testes no aumento de opções em algumas linhas, o usuário ainda sofre com veículos velhos a escassez de horários em alguns bairros.
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