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Atentado mata ao menos 20 perto do QG dos EUA em Bagdá

18 janeiro 2004 - 17h46

Um terrorista suicida detonou uma picape com meia tonelada de explosivos em frente ao principal portão do quartel-general dos EUA em Bagdá, na manhã deste domingo, matando pelo menos 20 pessoas e ferido quase cem, a maioria civis iraquianos, que esperavam para ter acesso à área. Este foi o mais sangrento ataque da insurgência iraquiana à ocupação liderada pelos EUA desde a captura de Saddam Hussein, em dezembro. O atentado, que sacudiu o coração da capital iraquiana, ocorre apenas na véspera de uma reunião fundamental, em Nova York, de representantes da ONU, do Conselho Governante Iraquiano, dos EUA e da Grã-Bretanha, sobre o futuro político do país. A picape Toyota branca com 450 quilos de explosivos foi detonada em frente ao que os americanos chamam de "Portão dos Assassinos" principal de acesso à Zona Verde, área de um antigo palácio presidencial de Saddam e agora o mais importante e bem guardado complexo militar e da administração civil dos EUA. Um porta-voz da 1ª Divisão Blindada do Exército dos EUA disse que o veículo explodiu depois entrar em uma fila de carros que aguardavam autorização para entrar na Zona Verde, pesadamente guardada pelas tropas americanas. Vários carros próximos pegaram fogo, o que provocou muitas das mortes. Muitas das vítimas eram trabalhadores, esperando para passar pela revista, antes de poder entrar no complexo. - Eu estava passando quando a explosão aconteceu - contou Wissam Muhammad Shaker. - As pessoas foram derrubadas, três aqui, cinco ali. Os mortos eram trabalhadores. Domingo é dia útil no Iraque, e o carro-bomba explodiu logo depois das 8h (3h pelo horário brasileiro de verão), quando muitas pessoas estavam a caminho do trabalho. O porta-voz do Exército capitão Jason Beck informou que 20 mortos e 29 feridos foram levados para um hospital dos americanos. Dois dos mortos eram americanos, empregados civis do Departamento de Defesa dos EUA. Os demais, segundo relatos preliminares, eram civis iraquianos. Entre os feridos de que falou Beck, há seis americanos - três soldados e três civis.  

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