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Aposentada é estuprada e morta pelo vizinho em SP

04 junho 2005 - 16h23

A biblioteconomista aposentada Shigueo Okayama, 57 anos, foi vítima de um crime bárbaro na tarde de anteontem. Moradora de um condomínio de classe média na Lapa (zona oeste de SP), ela foi estuprada e morta a facadas, dentro do prédio, pelo vizinho, o desempregado José Carlos Vilela Sobrinho, 36.Shigueo vivia no apartamento nº 25 de um dos prédios do condomínio Central Park, na rua Corcovado. Ela estava com a empregada na cozinha, quando a campainha tocou. Quem estava à porta era o vizinho Vilela, que disse à aposentada que havia chegado "encomendas" para ela.Shigueo, então, seguiu o vizinho até o apartamento dele, de nº 27, a poucos metros do seu. Após cerca de meia hora, Vilela voltou ao apartamento da administradora de bibliotecas sozinho e, sem notar que a empregada o observava da cozinha, entrou no quarto da vítima e remexeu seus pertences. Em seguida, foi embora. Logo depois, Shigueo foi encontrada na escadaria do prédio, com vários ferimentos de faca no peito.Ela ainda estava viva e, segundo testemunhas, dizia "foi o Vilela, foi o Vilela!". Acionada por moradores, a PM chegou ao local. Um dos policiais conversou com a vítima. Ela lhe contou que fora estuprada e esfaqueada pelo vizinho. A aposentada foi então socorrida ao PS João Paulo, onde morreu por volta das 19h.De onde Shigueo foi encontrada, os policiais seguiram um rastro de sangue que ia até o apartamento de Vilela. Quando acionaram a campainha, a mãe do acusado abriu a porta, dizendo "acho que meu filho fez besteira". Os PMs então viram que o interior do apartamento estava todo sujo de sangue. Principalmente o quarto do desempregado, onde também foi encontrada uma faca.O acusado foi encontrado pela PM quando caminhava pela rua Manequinhos, atrás do condomínio. Antes que os policiais o abordassem, ele já levantou as mãos, repetindo "não fui eu". Preso em flagrante, Vilela foi indiciado por estupro e homicídio qualificado por motivo fútil.Segundo taxistas que têm ponto em frente ao condomínio, o desempregado usava crack e, constantemente, tentava convencê-los a levá-lo de táxi até uma favela na avenida João Paulo, onde buscava a droga. "Ele dava calote ou oferecia coisas roubadas para a gente como pagamento. Ninguém daqui fazia mais corrida para ele."A reportagem tentou falar, por telefone, com a mãe de Vilela, mas uma mulher que disse ser "empregada", informou que a mesma estava em estado de choque.

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