Menu
Busca quarta, 27 de outubro de 2021
(67) 99257-3397
ECONOMIA

Após retração, vendas no varejo de MS crescem 3,4% em agosto

08 outubro 2020 - 15h46Por Gizele Almeida com IBGE

Pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou a PMC (Pesquisa Mensal do Comércio) e os dados apontam crescimento de 3,4% das vendas no varejo em Mato Grosso do Sul, no mês de agosto, no comparativo com setembro. 

O cenário ficou otimista para os profissionais da área, visto que em julho, as vendas no varejo no Estado, tinham apresentado queda de 1,3%. 

O Instituto mostra que o volume de vendas no varejo de Mato Grosso do Sul, em agosto de 2020, retornou a trajetória positiva, com os movimentos registrados em maio (18,2%) e junho (2,4%), e após recordes de queda em março (-2,6%) e abril (- 12,6%), sobretudo na comparação com o mês imediatamente anterior, na série com ajuste sazonal.

No Brasil, o volume de vendas do comércio varejista nacional cresceu 3,4% frente a julho, na série com ajuste sazonal, após alta de 5,0% em julho de 2020. Com esse resultado, o volume de vendas do varejo atingiu o maior patamar da série histórica da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) do IBGE, ficando 2,6% acima do recorde anterior, de outubro de 2014.

De julho para agosto, na série com ajuste sazonal, a taxa média nacional de vendas do comércio varejista mostrou aumento de 3,4%, com predomínio de resultados positivos em 25 das 27 unidades da federação, com destaque para: Acre (15,6%), Rondônia (12,8%) e Amapá (12,1%). As quedas ocorreram em Tocantins (-2,4%) e no Rio Grande do Sul (-0,2%). 

No Brasil, cinco das 8 atividades pesquisadas tiveram alta na passagem de julho para agosto. Entre as que apresentaram maior crescimento estão tecidos, vestuário e calçados (30,5%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (10,4%), móveis e eletrodomésticos (4,6%), equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (1,5%) e combustíveis e lubrificantes (1,3%). 

O gerente da pesquisa, Cristiano Santos, diz que fatores como o aumento da renda devido ao auxílio emergencial e a alta dos preços também têm influenciado o desempenho do varejo, especialmente o setor de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, que recuou 2,2% de julho para agosto, impactado pela inflação dos alimentos.

“Os produtos de supermercados têm uma elasticidade alta, um arroz mais caro é substituído por outro mais barato, mas o consumidor continua comprando. Os supermercados continuam próximos da margem, mesmo em queda, não sentem tanta diferença quanto em outras atividades”, explica Santos, complementando que o crescimento nas vendas de móveis e eletrodomésticos pode ser consequência da renda extra do auxílio emergencial, utilizada pelas famílias para reposição de produtos antigos. 

Os demais setores em queda foram artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (- 1,2%) e livros, jornais, revistas e papelaria (-24,7%).

Deixe seu Comentário

Leia Também

Jovem é amarrada, espancada e tem roupas rasgadas por ex
PRESO NO RIO
Ministro do STF nega transferência de Roberto Jefferson para hospital
TRÁFICO
Demitida por ir ao médico, mulher é presa com maconha em Aeroporto
UEMS
Auxílio Mobilidade Internacional abre inscrições para seleção de propostas
JUSTIÇA
Tenente filmado agredindo mulher é condenado a 1 ano e 5 meses
IMUNIZANTE
Fiocruz entrega 4,5 milhões de doses de vacina contra a covid-19
Menina diz ter sido estuprada por veterinário em festa de casamento
VIAGENS
Consulados dos Estados Unidos voltam a emitir visto para brasileiros
CORUMBÁ
Motorista que morreu em acidente viajava a trabalho de empresa alimentícia
POLÍTICA
Câmara de Dourados aprova mais 10 projetos de lei em Sessão Ordinária 

Mais Lidas

CLIMA
Vendaval atinge Dourados e deixa rastro de destruição
DOURADOS
Namorada posta 'status' de jovem com arma, polícia rastreia carro e prende rapaz
DOURADOS
Três vias de Dourados passam a ser "mão única"
DOURADOS
Mulher "roleta" Weimar, causa acidente e deixa motociclista ferido gravemente