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Apicultor quer aplicar empreendimento para exportação

15 setembro 2005 - 11h49

O apicultor douradense José Renato de Moraes, colhe o mel de suas colméias a cada seis meses e vende praticamente toda produção para laboratórios de outros estados e uma pequena quantidade é comercializada entre amigos. Hoje ele conta com uma produção semestral de 100 quilos de mel. Renato está neste ramo há oito anos mas ainda não conseguiu adquirir uma área para tocar o negócio. A implantação do projeto Grande Dourados Exporta, do Governo Federal, aponta uma possibilidade de crescimento para o empreendimento do apicultor. “A abertura de linhas de crédito para que eu possa investir na instalação de colméias em uma área própria seria de grande ajuda”, comentou.A produção de Renato é toda artesanal a começar pela confecção das caixas que abrigam as colméias. “Eu mesmo faço cada uma delas”, informou.O apicultor captura as abelhas através de iscas e explica que “todo cuidado é pouco para que as abelhas não passem por nenhuma situação de stress” o que afetaria a produção e qualidade do mel. O apicultor ainda recomenda o uso de roupas brancas e confirma que só procede a retirada de mel no período da manhã quando as abelhas campeiras estão fora das colméias.O processo é bastante natural e obedece ao cotidiano da colméia. Ele informou que depois da captura só volta a visitar a “caixa” com três meses de produção para saber se a rainha está ovulando. O tempo de vida útil de uma rainha é de três anos e meio, depois disso ela fica fraca e acaba diminuindo a produção e a qualidade do mel. Quando isso acontece o apicultor é obrigado a eliminar a rainha e colocar uma nova líder na “caixa” para que possa manter o equilíbrio dentro da colméia.Renato explica que este processo de retirada a cada seis meses é usado para que a porcentagem de água contida no mel, algo em torno de 17%, acabe se evaporando neste período tornando o produto puro e com grande valor comercial. “Costumo chamar de néctar da flor o produto colhido das minhas colméias por causa da pureza e qualidade”, comenta o apicultor.Ele afirma que 70% do mel produzido em suas colméias vêm de floradas de laranjeira e o restante do eucalipto. “Com a vinda deste projeto poderei investir ainda mais ampliando o número de colméias e dobrando a minha produção para poder exportar um mel de ótima qualidade e boa aceitação no mercado externo”, encerrou. 

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