Presidente do Instituto Kaiowá Ñandéva, o antropólogo Rubem Thomaz de Almeida defende que a Constituição de Mato Grosso do Sul seja alterada para que o governo possa adquirir com facilidade terras para serem entregues aos índios Guarani-Kaiowá. Para ele, esta é a solução para o impasse fundiário entre índios e fazendeiros.
"Sem pagar pelas terras, os agricultores vão continuar barrando os processos de ampliação da área indígena na Justiça, como estão fazendo em Roraima”, afirmou à Agência Brasil. “A solução é pagar pelas áreas e entregá-las aos índios.”
A Constituição diz que a União não pode comprar territórios. E para Almeida é mais fácil alterar a Constituição Estadual do que a de todo o país. Ele diz que o Governo de Mato Grosso do Sul poderá pagar pelas áreas com dinheiro repassado pela União.
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