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Aneel estuda adoção do pré-pago para energia elétrica

08 outubro 2003 - 14h23

As empresas concessionárias de energia elétrica podem vir a adotar o sistema de cartão pré-pago para o consumo de eletricidade, caso os cortes dos serviços por inadimplência sejam proibidos pelo Congresso Nacional e Justiça. Segundo o superintendente da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), Gilberto Morais Pimenta, o cartão pré-pago já é utilizado em outros países e pode ser uma forma de as concessionárias se precaverem contra a inadimplência.“Quando a Inglaterra proibiu o corte da energia, as empresas concessionárias inglesas tiveram que arrumar uma saída, que foi o cartão pré-pago. Só que esse sistema ainda é muito caro, até por isso ainda não chegou aqui, mas essa é uma tendência clara. No fim das contas, quem vai pagar caro é o consumidor que paga as contas em dia”, salientou Pimenta.O presidente da Aneel explica que, no sistema de cartão pré-pago, o usuário compra o cartão com a quantidade de quilowatts que desejar gastar, assim como funcionam os telefones celulares pré-pagos, sendo que com isso não há como existir a inadimplência. “O Congresso tem sido muito ativo na questão da proibição dos cortes. O consumidor tem o direito de receber energia elétrica, mas ele também tem o compromisso do pagamento das tarifas, isso é uma prestação de serviços. Se houver um aumento na inadimplência por causa de uma decisão dessas, as concessionárias do serviço no Brasil serão obrigadas a aumentar o valor da tarifa”, concluiu Pimenta.   As empresas concessionárias de energia elétrica podem vir a adotar o sistema de cartão pré-pago para o consumo de eletricidade, caso os cortes dos serviços por inadimplência sejam proibidos pelo Congresso Nacional e Justiça. Segundo o superintendente da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), Gilberto Morais Pimenta, o cartão pré-pago já é utilizado em outros países e pode ser uma forma de as concessionárias se precaverem contra a inadimplência.“Quando a Inglaterra proibiu o corte da energia, as empresas concessionárias inglesas tiveram que arrumar uma saída, que foi o cartão pré-pago. Só que esse sistema ainda é muito caro, até por isso ainda não chegou aqui, mas essa é uma tendência clara. No fim das contas, quem vai pagar caro é o consumidor que paga as contas em dia”, salientou Pimenta.O presidente da Aneel explica que, no sistema de cartão pré-pago, o usuário compra o cartão com a quantidade de quilowatts que desejar gastar, assim como funcionam os telefones celulares pré-pagos, sendo que com isso não há como existir a inadimplência. “O Congresso tem sido muito ativo na questão da proibição dos cortes. O consumidor tem o direito de receber energia elétrica, mas ele também tem o compromisso do pagamento das tarifas, isso é uma prestação de serviços. Se houver um aumento na inadimplência por causa de uma decisão dessas, as concessionárias do serviço no Brasil serão obrigadas a aumentar o valor da tarifa”, concluiu Pimenta.

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