Mudar de carreira tem sido cada vez mais comum entre os profissionais dos mais variados setores e idades.
Os motivos também são diversos. Buscando resumir estas situações, o RH DNews traz nesta segunda-feira (8/8) algumas dicas sobre a melhor postura a ser adotada de modo geral.
Com o aumento da expectativa de vida, os profissionais têm uma carreira mais longa, e isso pesa na hora da decisão de optar ou não pela mudança.
O ambiente corporativo costuma ser desafiador, e a jornada de trabalho muitas vezes vem acompanhada de competição excessiva, sobrecarga e outros cenários desmotivadores que podem acarretar opção por uma mudança de carreira.
Diante deste cenário, segue algumas ligeiras reflexões:
Agir impulsivamente
É interessante ter sempre um plano bem estruturado. Quando agimos impulsivamente, corremos o risco de tomar decisões que podem levar ao arrependimento no futuro, já que são questões importantes e que acarretam consequências significativas.
Sendo assim, ao identificar seu descontentamento, o indivíduo pode buscar novos meios para estruturar-se. Gisele aconselha que, por exemplo, quando há insatisfação com o trabalho do momento, procure outros antes de optar pela demissão, para não ficar “à deriva” e sem emprego, um risco para o profissional.
Fechar-se para outras opções
Um erro comum daqueles que estão passando pelo processo de transição entre carreira é a exclusão de oportunidades. É importante ter um plano de carreira, mas sem segui-lo “à risca”, já que este deve servir para o profissional apenas se apoiar.
A teoria é diferente da prática
É natural que o ser humano coloque expectativas sobre situações – o problema é que muitas vezes estas não são supridas. Sendo assim, antes do compromisso com um novo emprego, é interessante que o indivíduo conheça-o o melhor possível.
Para evitar esse erro, ela recomenda pesquisar sobre a nova profissão e conversar com profissionais daquele mercado, para ter um panorama realista.
Não ter uma reserva financeira
A palavra ‘transição’ é quase um sinônimo para “mover-se do conforto”.
Quando saímos da nossa ‘bolha’, mesmo que acompanhados de um plano bem estruturado, haverá imprescindivelmente obstáculos em nossos caminhos, que podem vir a atrapalhar o alcance do objetivo final. Sendo assim, é interessante uma poupança de emergência. Devemos sempre ser otimistas, mas também realistas.
Acreditar que dinheiro é tudo
A vida de cada pessoa é singular e, portanto, cada um vive de acordo com sua realidade.
As vivências variam em cenários socioeconômicos: há pessoas mais confortáveis em termos de recursos financeiros, e outros cuja situação passa bem longe disso. Mas o retorno financeiro não deve ser o fator principal para a escolha do próximo passo na transição de carreira, na visão da especialista.
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