Menu
Busca quinta, 28 de maio de 2020
(67) 99659-5905

Albergado perde privilégio ao ser flagrado vendendo coca

29 janeiro 2010 - 08h08

O albergado Márcio André Stanivello, 33 anos, conhecido como “Ruela”, morador no Jardim Climax, perdeu ontem o “privilégio” de poder continuar cumprindo a pena por assalto praticado na cidade pelo regime semi-aberto.
Acontece que ele foi flagrado pelo Serviço Reservado da Polícia Militar, que já vinha observando os atos de “Ruela” há algum tempo, quando chegava no Estabelecimento Penal ontem à noite com 36 papelotes de pasta base de cocaína. Com ele também os policiais apreenderam um telefone celular e 20 reais em dinheiro.
Agora, com o registro do flagrante, o ex-albergado retorna à condição de indiciado pela prática do tráfico de drogas e ainda vai terminar de cumprir a pena por assalto junto aos demais internos da penitenciária “Harry Amorim Costa”. Márcio André é conhecido nos meios policiais há pelo menos vinte anos.

Deixe seu Comentário

Leia Também

CORREIOS
Cadela encontra droga avaliada em R$ 200 mil em encomendas despachadas
ECONOMIA
Senado Federal aprova MP do aumento salário mínimo para R$ 1.045
CORUMBÁ
Cinco funcionários são presas acusadas de venda e receptação de tijolos
PROTOCOLOS
Comitê de ações da UEMS publica Plano de Biossegurança Institucional
POLÍTICA
Planalto teme que quebra de sigilo repercuta na cassação de Bolsonaro
CAPITAL
Homem acusado de esfaquear a mãe e um amigo da ex-mulher é preso
REMÉDIO CONTRA MALÁRIA
França proíbe uso da hidroxicloroquina para tratamento da Covid-19
PONTA PORÃ
Ambiental autua homem em R$ 15 mil por maus-tratos a animais
DATAFOLHA
Para 61% dos que viram reunião, Bolsonaro quis interferir na PF
POLÍCIA
Idosa é agredida após ter a casa invadida por morador de rua

Mais Lidas

DOURADOS
Paciente com suspeita de coronavírus afasta mais de 20 profissionais da saúde no HV e UPA
PANDEMIA
Dourados é "campeã" de casos de coronavírus em MS pelo 3º dia consecutivo
PANDEMIA
Dourados investiga morte com suspeita do novo coronavírus
DOURADOS
Empresários cobram de Délia prova científica para justificar toque de recolher