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Agronegócio gera 34% das exportações do país em 2006

07 junho 2006 - 16h59

Exportações do agronegócio totalizaram US$ 17,135 bilhões nos cinco primeiros meses deste ano, 7% acima do valor exportado em igual período de 2005 e já correspondem a 33,8% das exportações do país no ano, que chegam a US$ 50,574 bilhões. E mesmo com a crise enfrentada pelo setor produtivo, e segundo dados divulgados hoje pelo Mapa (Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento), as exportações do setor bateram recorde histórico para períodos de janeiro a maio. As importações no período totalizaram US$ 2,5 bilhões, gerando um superávit de US$ 14,634 bilhões, também recorde histórico para períodos de cinco meses. No mês de maio, as exportações do setor atingiram US$ 3,889 bilhões, o que significou um aumento de 3,7% em relação ao valor registrado em maio do ano passado (US$ 3,750 bilhões). Com importações de US$ 502 milhões, o superávit comercial do agronegócio em maio foi de U$ 3,387 bilhões. Tanto o valor das vendas externas quanto o superávit representam recordes da série histórica para meses de maio. De acordo com levantamento da Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio do Mapa, os destaques do mês de maio em valor absoluto foram sucos de frutas, devido ao crescimento de 95% no valor das vendas no suco de laranja (de US$ 85 milhões ara US$ 166 milhões); papel e celulose (23,2%, de US$ 250 milhões para US$ 308 milhões); couros e seus produtos (14,%, de US$ 256 milhões para US$ 281 milhões); e cereais e preparações (202%, de US$ 17milhões para US$ 53 milhões). Em contrapartida, apresentaram queda nas exportações em maio os seguintes grupos: açúcar e álcool (-12,6%); madeiras e suas obras (-14,6%); carnes (-1,7%); pescados (-17,4%); e algodão e fibras têxteis vegetais (-2,8%). As exportações do complexo soja apresentaram resultado semelhante a igual período do ano anterior (-0,1%), o que resultou num forte incremento das exportações de soja em grãos (32%) e queda na exportações de farelo (-45%) e óleo (-44%). Carnes - No caso das vendas externas de carnes, o valor caiu de US$ 707,8 milhões para US$ 695,6 milhões. Apesar do crescimento de 16% no valor exportado de carne bovina in natura, determinado por um incremento de 18,8% nos preços, o resultado negativo deveu-se à queda de 26,8% nas exportações de frango in natura. Já a queda das exportações de carnes suína foi menor do que a ocorrida nos meses anteriores. O valor exportado diminuiu 2,6%, o que redução de uma redução de 10,7% ma quantidade embarcada com preços 9% superiores. As carnes industrializadas continuaram apresentando forte incremento: 32,5% de bovina e 63,7% de frango. Açúcar e Álcool

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