Dando continuidade nos processos da Operação Coffe Break, desencadeada no dia 25 de agosto em Campo Grande, o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) apresentou pedido de prisão contra envolvidos no esquema fraudulento que resultou numa suposta compra de votos na Câmara da Capital para a cassação de Alcides Bernal.
Entre os citados estão o vice-prefeito, Gilmar Olarte, que comandou a maior cidade do Estado durante a saída de seu correligionário de PP, o empresário João Krampe Amorim dos Santos e alguns legisladores, que podem ser afastados de seus cargos.
A medida aponta para a prática do crime entre o grupo. A iniciativa era tirar o então prefeito da jogada para se conseguir vantagens em processos licitatórios, muitas vezes abocanhados por Amorim.
Apesar da iniciativa do órgão vinculado ao MPE (Ministério Público Estadual), cabe agora a Justiça determinar se aceita ou não o pedido. É o judiciário que vai definir quem vai, ou não, para a cadeia.
Caso haja realmente a comprovação e seja aceito o pedido feito pelo Gaeco, a medida pode servir de exemplo para aqueles que utilizam as gestões públicas para enriquecimento ilícito.
É uma forma de acabar com a farra que estamos acostumados a ver diariamente em várias esferas do poder, tendo como vítima sempre, os cofres públicos e o pagador de imposto.
Que a Justiça agora analise da melhor maneira possível os envolvidos e que, diante da quantidade de provas apresentadas pela promotoria, consiga levar à prisão quem realmente armou para receber benefícios.
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