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Agentes de saúde da Capital param por reajuste salarial

04 janeiro 2010 - 12h25

Os agentes de saúde e epidemiológicos de Campo Grande cruzaram os braços nesta segunda-feira por implantação de piso salarial de R$ 1,4 mil.

O coordenador de mobilização de base, Paulo César Ribeiro, afirma que uma comissão será recebida amanhã às 9 horas, no gabinete do prefeito, Nelsinho Trad (PMDB) e dependendo do resultado prosseguirão com a greve ou suspenderão o movimento.

“Hoje o menor salário é de R$ 477,00, menos que o mínimo”, observa. Além disso, devem ser colocadas ao prefeito às más condições de trabalho, como falta de uniformes e até de material básico. “Falta tudo”, diz.

Segundo Ribeiro, 85% dos 2,8 mil agente de saúde e epidemiológicos de Campo Grande aderiram à paralisação. Eles atuam, por exemplo, em ações de combate a vetores como o mosquito da dengue.



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