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Agente acusado da morte de chinês já está preso

06 setembro 2003 - 13h03

O agente penitenciário Denis Gonçalves, um dos seis envolvidos na morte do chinês Chan Kim Chang no presídio Ary Franco, no Rio de Janeiro, já está preso. A prisão foi feita por uma equipe da Delegacia de Homicídios coordenada pelo delegado Marcelo Fernandes. Segundo informou a Globonews, dois agentes estão foragidos e outros três ainda não foram notificados. A Justiça decretou no final da noite de sexta-feira a prisão temporária dos seis agentes penitenciários suspeitos de envolvimento na morte do comerciante. A decisão é da juíza Débora Maria Barbosa Sarmento, do plantão do TJ (Tribunal de Justiça) do Estado. Denis Gonçalves Monsores, Carlos Alberto de Souza Rodrigues, Ricardo Wagner Sarmento Alves, Raul Broglio Junior, Ricardo Duarte Pires Valério e Everson Azevedo da Motapor são os agentes suspeitos crime de tortura seguida de morte. Eles estavam de plantão no presídio no dia em que Chan Kim Chang foi espancado. O secretário de Administração Penitenciária do Rio, Astério Pereira dos Santos, já havia anunciado, no final da tarde de ontem, o afastamento de sete agentes. O diretor do presídio também foi afastado para as investigações. Após o exame de necropsia do corpo do comerciante, o nome do inquérito mudou de danos ao patrimônio público para tortura seguida de morte. O exame diagnosticou que o chinês naturalizado brasileiro estava em posição de defesa quando foi agredido. Uma nova perícia feita no presídio Ary Franco, divulgada hoje, localizou vestígios de sangue na cela, nos corredores e na sala onde teria acontecido o espancamento. Chan Kim Chang morreu na noite de quinta-feira após ficar oito dias em coma no Hospital Salgado Filho, no Méier. Ele foi preso no último dia 25, no Aeroporto Internacional do Rio, tentando embarcar com UYS$ 30 mil sem declarar à Receita Federal. Ele foi levado para o presídio Ary Franco, onde foi encontrado em uma cela inconsciente. O presidente do STJ, ministro Nilson Naves, comparou o caso à aplicação da pena de morte. Em nota à imprensa, Naves afirma que "confirmados os fatos, poder-se-á dizer que foi aplicada pena não prevista no nosso ordenamento jurídico - a pena de morte".

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