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Aftosa eleva preço de vacina, afirma Famasul

03 maio 2006 - 16h14

 A campanha de vacinação de febre aftosa começou com mais um problemas para o produtor rural: o preço da vacina. O departamento econômico da Famasul (Federação de Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul) fez um levantamento dos preços das vacinas e verificou uma variação de aumento de 12 a 15%. De acordo com a consultora de economia, Adriana Mascarenhas, o reajuste dos preços aconteceu no mês de maio, justamente no período que o produtor rural precisa comprar as doses para vacinar seu rebanho. Os preços das vacinas, em fevereiro, variavam entre R$ 0,92 a R$ 0,95, hoje a dose da vacina aumentou para R$ 1,05 até R$1,10. A campanha de vacinação do mês de maio é obrigatório para todo o rebanho “de mamando a caducando” e começou efetivamente no primeiro dia do mês em todo o Estado.A situação, para o diretor-secretário da Famasul, Ademar Silva Junior, veio em um momento inoportuno e o diretor faz  um apelo para que as indústrias, comandadas pela Sindan (Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal), tenham bom senso, já que o Estado vem trabalhando para obter o status de livre de febre aftosa com vacinação. “Isso é um abuso por parte das indústrias de medicamento que produzem as vacinas de febre aftosa, no momento em que todos observam a crise que o agronegócio sul-matogrossense vem passando” afirma.Segundo o diretor é um absurdo que o preço da vacina de febre aftosa aumente neste momento. “Essa vacinação é fundamental e estratégica. Pedimos que as autoridades interfiram nesse momento verificando as condições em que o produtor vive, dá necessidade de fazer um trabalho sério de erradicação e cobrar veemente de quem for de direito um preço justo para essa vacinação” desabafa.Silva Junior declara também que os produtores rurais sempre foram parceiro vacinando seu gado, com índices de 99% de animais vacinados no Estado. “O produtor rural se vê em uma condição de desespero. A crise cada vez aumenta mais e produtor recebe cada vez menos pelo seu produtor - no caso, a arroba do boi”, completa.O diretor secretário aproveita para lembrar que, com esse aumento, mais uma vez será o produtor rural que vai arcar sozinho com a conta de tornar o Brasil um grande exportador de carne e deixar Mato Grosso do Sul livre dessa doença. “Precisamos chamar a atenção dos governantes, dos deputados federais e estaduais, governador e até o presidente da república para essa situação”.

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