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Advogada morreu com disparo de arma do ex-namorado

22 janeiro 2007 - 16h40

A advogada Michella Paes Martins, 28 anos, encontrada morta na casa do ex-noivo na noite de sábado, 20, em Campo Grande, morreu com um tiro do revólver calibre 38 que pertence ao proprietário da casa, o veterinário Levy Campanha de Souza Júnior.

De acordo com o delegado que atendeu a ocorrência, Wilton Villas Boas de Paula, o corpo foi encontrado por uma amiga de Michella, que já havia tentado entrar em contato com ela por telefone, sem sucesso. A amiga então viu o carro da advogada em frente à residência, localizada na Rua Mar Cáspio, Chácara Cachoeira, e entrou na casa.

Ela ligou para outra amiga, que acionou a polícia. Ao chegar na casa, vários amigos da advogada já estavam no local, que foi periciado.

Michela estava com uma perfuração na cabeça, deitada em uma cama e com a arma ao lado. A luz do quarto estava acesa, a casa aberta e não foi encontrada nenhuma carta ou qualquer relato que pudesse fazer referência a suicídio, hipótese que é investigada.

O caso foi registrado como morte a esclarecer e será investigado pelo 3ºDP (Distrito Policial). Não havia nenhum hematoma aparente no corpo de Michella, cuja causa da morte consta no laudo do IML (Instituto Médico Legal) como traumatismo craniano.

Também não é descartada a hipótese de homicídio. Exames que identificam pólvora nas mãos foram pedidos. A arma foi apreendida e Levy apresentou na delegacia o documento de posse legal do revólver. Segundo o delegado, será investigado se o documento está regular. A polícia também quer saber se a advogada estava sozinha quando morreu ou se havia mais alguém na casa.

Michella havia saído com as amigas na noite anterior (sexta-feira, 19) e ingerido bebida alcoólica. Ela tinha a chave da residência, onde chegou a morar com o ex-noivo. A polícia presume que ela tenha morrido entre 4 e 5 horas de sábado, já que as amigas disseram que saíram da festa onde estavam por volta de 3 horas.

Amigas da advogada relataram à polícia que ela não exercia a profissão, apesar de ter registro na OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), que irá acompanhar as investigações. No boletim de ocorrência consta que foi apreendida uma caixa de ferramentas na casa. Michella foi enterrada em Ponta Porã.

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