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Acadêmicos envolvidos em briga podem ser expulsos da UFMS

11 maio 2005 - 16h57

Quatro acadêmicos de medicina que participaram de uma briga no estacionamento da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul no ano passado tiveram pedido de exclusão da universidade por processo de sindicância. São eles: Guilherme Falati Istanggarlin, Thiago André Andrade de Oliveira, hoje no 6º ano, e os irmãos Pedro Henrique de Oliveira, hoje no 2º ano, e Rodolfo de Oliveira Lima Ferreira, hoje no 6º ano. Bruno Barbosa Nunes, hoje no 5º ano, teria sido agredido pelos quatro rapazes no dia 28 de julho de 2004. A briga ocorreu no estacionamento onde está sendo construído um bloco para abrigar o setor administrativo da universidade, próximo ao bloco 9, e teria sido causada por que Bruno teria sido visto conversando com a namorada de um dos agressores. O caso foi registrado pela Polícia Militar no 5º e no 1º Distrito Policial de Campo Grande.O processo de sindicância se baseou no artigo 11, inciso 5º do regimento Disciplinar do Corpo Discente que pune quem comete delito dentro da instituição. O inquérito é apurado desde o dia 25 de abril pela procuradoria jurídica da UFMS que tem 60 dias para concluir o caso. Seis testemunhas já foram ouvidas, e uma sétima já está agendada. A procuradoria jurídica costuma acatar a sugestão da sindicância que, neste caso, é de exclusão dos quatro acadêmicos. É o reitor quem executa a decisão em caso de exclusão dos alunos.Na época da agressão Rodolfo Ferrari, um dos acusados de agressão, diz ter sido agredido por Bruno e Ricardo, outro acadêmico que hoje está no 5º ano. Ele prestou queixa por agressão e ameaça no 1º Distrito Policial de Campo Grande. Segundo a versão do acadêmico, por volta das 12h, ele foi agredido com socos e pontapés por Bruno e Ricardo enquanto almoça em restaurante próximo a universidade. Depois de ser medicado no Hospital Universitário e levar quatro pontos na boca, Rodolfo retornou à universidade com alguns amigos, e, ainda de acordo com ele, Bruno teria chegado com colegas de sala recomeçando a briga, que foi contida por seguranças da instituição. Já Bruno Barbosa Nunes, 22 anos, diz que foi agredido por socos, chutes e até golpes com um cano de ferro. Ele disse ter presenciado um aluno do 5º ano sendo agredido por outros estudantes. Ele garante que não participou da briga, mas, minutos depois, já dentro da UFMS, encontrou com o acadêmico agredido e alguns colegas da vítima.Os estudantes, diz Bruno, o ameaçaram quebrar o carro dele, caso não fosse ao encontro dos “colegas”. Quando ele se aproximou, começaram as agressões físicas.  

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