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Acadêmicos da Uniderp realizam trabalho social no Pantanal

08 julho 2005 - 09h42

Executar projetos sociais que busquem atender as necessidades básicas dos cidadãos, tornando-os integrantes participativos da sociedade em que vivem é um dos objetivos da Universidade para o Desenvolvimento do Estado e da Região do Pantanal (Uniderp). Neste sentido, foi realizado um programa que beneficiou comunidades do Instituto de Pesquisa do Pantanal (IPPAN), mantido pela Universidade e localizado na Fazenda Santa Emília, e de propriedades vizinhas ao IPPAN, na região do Pantanal do Rio Negro. Nos dias 3 e 4 de julho, um grupo formado por professores e acadêmicos de cursos de graduação e pós-graduação nas áreas de Biologia, Educação Física, Medicina e Fisioterapia, realizaram inúmeras atividades entre elas exames clínicos, físicos e entrevistas com o objetivo de diagnosticar o nível de sanidade e escolaridade da comunidade pantaneira local, para que, em um futuro próximo, seja possível a execução de projetos conjuntos que possibilitem a ampliação da qualidade de vida dessa população. De acordo com os dados obtidos mais de 50% dos homens e mulheres atendidos nunca participaram de programas de alfabetização e cerca de 30% da comunidade, com idade entre 18 e 60 anos, são analfabetos funcionais, ou seja, possuem apenas as séries iniciais do ensino fundamental e não são capazes de ler e escrever, apenas assinam seu nome. “Além de atender às necessidades de saúde da comunidade, esta ação visou diagnosticar o nível de escolaridade de adultos da comunidade pantaneira local, como ponto de partida para um projeto de Educação a Distância para Jovens e Adultos, que deverá ser implantado ainda neste ano com o apoio de parcerias que estão sendo buscadas pelo comitê gestor do IPPAN”, comenta a professora Eliane Vicente, coordenadora do Instituto. Segundo informações das biólogas Patrícia S. Imhof Knevitz e Cíntia de Oliveira Conte, esta primeira etapa consiste apenas na diagnose social, pois o projeto de extensão terá continuidade periódica nesta região.”Com o apoio de setores governamentais e não-governamentais a expansão, em número de atendimentos desta natureza, será uma realidade muito próxima que inclui a ampliação assistencial com atividades de atendimento odontológico e exercícios laborais”, ressaltam. Além da professora Eliane Vicente e das biólogas Patrícia e Cíntia, participaram também os professores Renato Arruda, do curso de Medicina; Carla Arruda, coordenadora do curso de Biologia; Mirelly Rezende e Cláudia Alvarez, do curso de Fisioterapia; Sílvio Fávero, coordenador do Mestrado em Meio Ambiente e Desenvolvimento Regional e membro do Comitê Gestor do IPPAN; e o técnico de Educação Física, Leandro de Lima Vilela.

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