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Abortos malfeitos matam 70 mil mulheres por ano, diz relatório

01 setembro 2004 - 14h37

Cerca de 70 mil mulheres, quase metade delas asiáticas, morrem por ano devido a abortos malfeitos. Isso apesar da promessa que os governos mundiais fizeram, há dez anos, de tomar providências para melhorar a saúde reprodutiva feminina, disseram pesquisadores na quarta-feira.Um relatório apresentado numa reunião para medir o progresso obtido desde a Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento, em 1994, mostrou que houve apenas pequenos avanços para evitar a morte decorrente de abortos."Os abortos executados sem condições de segurança representam uma grave ameaça à saúde e à vida das mulheres do mundo todo, não apenas da Ásia", disse à Reuters Elizabeth Maguire, presidente do grupo Ipas, que trabalha na proteção das mulheres contra abortos malfeitos.Esse tipo de aborto foi uma das principais preocupações da conferência de 1994 no Cairo, quando 179 membros da Organização das Nações Unidas (ONU) estabeleceram o prazo de 2015 para melhorar a saúde reprodutiva, a educação e os direitos das mulheres, além de oferecer acesso ao planejamento familiar."Temos números que mostram que a cada minuto 40 mulheres se submetem a abortos inseguros, e 200 morrem por dia", disse Maguire, ressaltando que essas mortes são fáceis de evitar.Ela disse na reunião de três dias, que está sendo realizada em Londres, chamada Countdown 2015 (Contagem Regressiva 2015), que os governos não tomaram providências suficientes."Mudar as leis e implementar efetivamente essas mudanças são o único meio de garantir que as mulheres exerçam seu direito de decidir se e quando ter filhos", afirmou.Segundo o relatório, a Ásia responde por 55 por cento dos abortos inseguros do mundo, seguida pela África e por América Latina e Caribe. Maguire lembrou que, mesmo nos países onde o aborto é legal em determinadas circunstâncias, o acesso a ele é difícil e o procedimento não é seguro

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