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EDITORIAL

A saúde órfã no Brasil

26 fevereiro 2016 - 06h13

As palavras ditas em entrevista ao Dourados News pela advogada Marli de Oliveira, que durante anos presidiu a comissão de Saúde Pública e Privada da seccional de Dourados da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil/MS) se resume ao histórico vivenciado em todo o Brasil. Afinal, como ela mesmo afirmou, no país a ‘saúde só tem ‘pai’ quando está bonita’, ou seja, há décadas estamos órfãos nesse setor.

Os problemas relacionados a esse setor são muitos. Claro, com maior evidencia para o público, já que esmagadora maioria dos brasileiros contam com o SUS para receber atendimento.

Porém, o custeio dessa pasta é alto, da mesma proporção das reclamações rotineiras da população, que lotam postos e hospitais atrás de tratamento.

Relatos chegam das mais variadas maneiras. Talvez, por conta da burocracia do poder público em se conseguir por em funcionamento mais unidades para atendimento da população, tirando a sobrecarga de trabalho em alguns locais, ou também, pela falta de capacitação humana para se tratar os pacientes.

O problema não se resume apenas a Dourados, ou Mato Grosso do Sul. Ele é amplo, abrange todos os Estados e municípios de nosso país e a cada dia são mostrados pela mídia.

Quando os hospitais e postos de saúde não estão entupidos, falta médico, enfermeiro, medicamento e até mesmo locais adequados de espera para aquele que já sofre com a enfermidade em que se encontra.

A saúde no Brasil vive há anos momentos de UTI e o pior é que não conseguimos, de modo algum, enxergar possibilidades de melhora. Enquanto isso, mais e mais pessoas morrem aguardando atendimento ou são incapacitados diante de erros cada vez mais graves de profissionais atuando no setor por conta da sobrecarga de trabalho a qual são expostos diariamente.

O país precisa levar a saúde a sério. Os responsáveis por nosso país precisam investir mais no ser humano para que no futuro, também tenham menos gastos com a população nesse setor e assim, vivermos de maneira tranquila, sabendo que estaremos bem cuidados caso haja a necessidade de atendimento médico, principalmente no âmbito público.

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