É inegável que o trabalho do Exército Brasileiro ao lado de vários organismos de segurança nesses 75 dias que se passaram na busca por manter a ordem numa área de conflito por terra que mais parece um barril de pólvoras pestes a explodir surtiu resultado nesses quase 90 dias. Porém, com o fim da missão e o retorno das equipes que estiveram na região de Antônio João, o problema naquela localidade ainda continua, e pior, longe de ser solucionado.
Diante dos conflitos existentes ali entre produtores rurais e indígenas, feitos protagonistas de uma história manchada constantemente com sangue, o governo federal segue calado e nada tem feito para que se chegue a uma decisão final, onde os dois lados possam prosseguir as suas ‘vidas’ de forma tranquila sem ter de conviver com os nervos a flor da pele.
Até o momento nada foi feito ali, não em questões de acompanhamento e segurança, e sim, em tomadas de decisões.
A inércia de quem está no poder parece proposital perante aos dois lados que aprenderam, de certa maneira, a se odiarem, muitas vezes inflamados por entidades manipuladoras, principalmente pelo lado dos indígenas, que se tornam marionetes e massas de manobra nas mãos de algumas organizações não governamentais.
Já que a tensão diminuiu e ao menos por enquanto, os conflitos foram deixados de lado, o governo federal deve definir o que será feito daquela região, que tem como agravante uma fronteira seca e vulnerável com o Paraguai.
Que decrete a área como de propriedade indígena e indenize os produtores rurais de forma justa e digna diante dos benefícios feitos naquelas terras, ou, que se retire os índios dali para que acabe de uma vez com toda esse conflito que, infelizmente, sempre ficará manchado.
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