Corte de Salários - Após a onda de tentativas de derrubadas de salários em Câmaras e prefeituras do interior do Estado, as máscaras vão caindo e a população vai observando que os agentes públicos ignoram a crise para não perder seus bons recebimentos. Ano que vem tem eleição e é sempre bom saber quem se posicionou contra essas reduções.
Sem acordo - Exemplo ocorreu na terça-feira, onde os legisladores de Rio Verde do Mato Grosso votaram contrários ao projeto de lei apresentado pelo vereador Edmar do PT, que pretendia reduzir os salários. Se aprovado o projeto, os seus vencimentos e dos colegas passariam de R$ 5.950 para R$ 2.975, já os valores desembolsados com a folha do prefeito cairiam de R$ 15 mil para R$ 7,5 mil e de R$ 7,5 mil para R$ 3.250 a vice-prefeito e secretários.
Outros municípios - A negativa também se deu recentemente em Jardim, onde o propositor tentou acompanhar a cidade vizinha, Guia Lopes da Laguna – essa sim conseguiu derrubar salários em 50% a partir da próxima legislatura -, na tentativa de diminuir os custos da administração e levar economia aos cofres públicos. Nas cidades de Amambai e Itaporã, o projeto nem foi votado.
Por aqui, nada - Em Dourados, os vereadores não se pronunciaram sobre o assunto que virou ‘moda’ nas Câmaras por todo o Estado. Por aqui, são 19 legisladores com salário de R$ 12,6 mil cada.
Concorrência - Começa a ‘caminhar’ o processo de reestruturação no transporte público de Dourados. Está previsto para o início de novembro o resultado da concorrência para a construção do terminal no Jardim Márcia, Leste do município. A medida se dá após anos de reclamações por parte dos usuários em relação aos horários e rotas.
Tem preço - Acompanhando o processo, novos ônibus já circulam há meses melhorando a qualidade do serviço, porém, como tudo tem um preço, os usuários já pagam mais caro pelo transporte desde o fim de agosto - R$ 2,75 - e precisarão desembolsar ainda mais em dezembro, quando a passagem chegará a R$ 3.
Confusão na Assembleia - Pouco mais de uma semana após a confusão criada na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul por conta do anuncio da CPI que vai investigar o Cimi (Conselho Indigenista Missionário), integrantes de movimentos sociais prestarão depoimento hoje na sede do Ministério Público Estadual, em Campo Grande. Eles foram citados no boletim de ocorrência registrado pela deputada Mara Caseiro (PT do B), presidente da Comissão.
Relembrando - No dia 24 de setembro, após o pronunciamento da parlamentar, militantes que protestavam contra a CPI teriam a chamado de “assassina” e “contrabandista”, causando a revolta de Mara Caseiro. Ao tomar satisfação, ela pediu para que seguranças da casa retirasse um dos populares que estava no local, gerando tumulto generalizado.
Contra o veto - Servidores do judiciário federal de Mato Grosso do Sul, retornam a Brasília na próxima semana na tentativa de derrubar o veto da presidente Dilma Rousseff (PT) ao PLC 28/2015, que trata do reajuste para os trabalhadores do órgão que estão parados há três meses.
Já subiu - Nem mesmo foram anunciados os reajustes da gasolina e do diesel os postos de combustíveis de Dourados já movimentavam as suas ‘placas’ com os novos valores dos produtos. O preço médio da gasolina era de R$ 3,52 segundo pesquisa da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) realizada na semana passada e com a medida deve sofrer acréscimo de R$ 0,18.
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