Desde o último dia 28 de maio 41 universidades aderiram à mobilização no Brasil.
Em Dourados pelo menos 5,7 mil alunos estão sem aulas. De acordo com a Aduf-Dourados (Associação dos Docentes da UFGD), a meta é mobilizar ao menos 90% dos educadores. A queixa da categoria é direcionada ao governo federal.
A categoria reivindica carreira única com incorporação das gratificações em 13 níveis remuneratórios, variação de 5% entre níveis a partir do piso para regime de 20 horas (correspondente ao salário mínimo do Dieese – hoje calculado em R$ 2.329,35) e, percentuais de acréscimo relativos à titulação e ao regime de trabalho.
E na manhã desta terça-feira os alunos da universidade fizeram um protesto em frente a Praça Antonio João apoiando a paralisação da universidade.







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