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Trabalhadores de usina fazem paralisação e exigem melhorias

18 julho 2011 - 17h54

Na manhã desta segunda-feira (18) os funcionários que trabalham no setor de plantio e corte de cana na usina Laguna, localizada entre os municípios de Batayporã e Taquarussu, realizaram uma mobilização em frente à empresa.
Entre outras reivindicações, a categoria exige melhorias nos alojamentos, na alimentação e a construção de mais banheiros. Os plantadores e cortadores de cana que atuam na usina Laguna somam aproximadamente 400 pessoas, vindas de diversos estados brasileiros, como Pernambuco, Maranhão e Minas Gerais.

Além das condições estruturais, os funcionários da usina se queixam dos salários e da conservação dos EPI (Equipamentos de Proteção Individual).
De acordo com eles, o refeitório e os alojamentos estão em condições precárias e não possuem espaço suficiente para abrigar a todos. “Enquanto uns comem sentados, outros têm que comer de pé e até mesmo fora do refeitório, porque não cabe todo mundo lá dentro”, disse um dos integrantes do movimento.

Os trabalhadores disseram que vão manter o protesto até a vinda de um representante do Ministério do Trabalho da cidade de Dourados, que já teria agendado uma visita ao local.

Eles disseram ainda que enviaram para o Ministério algumas fotos das instalações e o relato das principais reivindicações da categoria.
O diretor agrícola da empresa, José Joaquim, diz que nem todas as reivindicações são legítimas. Segundo ele, o salário pago é o acordado com o sindicato da classe, no valor mínimo de R$ 602. “Temos os holerites assinados pelos trabalhadores com os valores recebidos por cada um deles e podemos assegurar que eles não ganham mal”, explica.

Em relação à segurança no trabalho, o diretor comenta que os EPI são trocados periodicamente. De acordo com ele, os próprios funcionários assinam os documentos no momento do recebimento dos novos equipamentos, como forma de registro.

Sobre as condições do refeitório e dos alojamentos, José Joaquim afirma que desconhece qualquer problema, porém assegurou que a empresa está disposta a colaborar caso haja a necessidade de melhorias.

“O diálogo com os trabalhadores está difícil, mas a empresa está disposta a ouvi-los e fazer o que estiver ao nosso alcance para que eles se sintam bem em fazer parte da nossa equipe”, comentou o diretor.

Fonte: Nova News/ Acácio Gomes


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