- A vida inteira as pessoas tentam te enlouquecer, te desrespeitar e te tratar mal. Deixe Deus cuidar disso, pois sentir ódio no coração também pode acabar de consumindo - Will Smith
Essa indagação, como voltar a usar adequadamente o Arnulpho Fioravante, o primeiro Parque Ambiental da cidade, é freqüente. E o douradense faz esse questionamento há vários anos, desde quando foi entregue para a população na década de 80, época dos governos Zé Elias/Luiz Antônio.
Esse projeto, o primeiro no segundo município sul-mato-grossense, mexeu grandemente com o imaginário de toda comunidade, era muita gente usufruindo os espaços oferecidos, seja nos quiosques, campos de futebol, nas quadras de areia ou de futsal. Todos os dias da semana o local recebia visitantes, o curioso é que naquele tempo não existia guardas municipais, nem policiais florestais fixos para cuidar desse extraordinário patrimônio publico, como atualmente.
A cidade foi crescendo, como cresce até hoje, mas infelizmente não houve empenho dos mandatários para a preservação e aplicação de investimentos na manutenção do local, como houve em outros setores. Hoje esse projeto empacou e a situação precisa de um tratamento urgente, evitando assim o abandono total.
Quantas famílias iam ao local, a qualquer hora do dia, embaladas pelo romantismo das atrações e pela beleza do lugar. Para se ter idéia, para conseguir horários nas quadras, o sacrifício era grande, mas valia a pena.
De dar pena, aliás, é o estado deplorável que se encontra o Parque Arnulpho Fioravante, em vez de alegria, o que se nota é um ar de tristeza para quem passa pela Rua Joaquim Teixeira Alves. Esse imponente Cartão Postal não pode ficar a mercê do descaso, por isso fui procurado por várias personalidades no sentido de iniciar um levante em prol desse belo recanto natural. Com certeza, muitas pessoas que vêm de outros municípios para Dourados se encantam e ao mesmo tempo ficam perplexas com o pouco uso por parte da coletividade.
É preciso desenvolver um macro projeto para tirar o lodo que emperra seu uso adequado e dotar de opções diversas para o lazer e o entretenimento da comunidade. É preciso ação, pois a paciência está se esgotando paulatinamente.
Nesse sentido seria de bom grado a união de esforços da Prefeitura por meio de suas secretarias, dos vereadores, deputados, senadores, das universidades, entidades classistas, dentre outros, e principalmente o envolvimento da população no zelo do patrimônio público para iniciar um grande mutirão de resgate deste e de outros locais aprazíveis que a cidade dispõe.
Também é verdade que os vândalos aos pouquinhos afugentaram muitos através de confusões provocadas por acerto de contas, roubos, ameaças, uso de drogas, mortes e de outras atitudes contrárias aos bons costumes.
Silva Junior*
*Jornalista
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