A vida é feita de bons momentos de prazer, mesmo que precisem ser descontínuos e diversificados. Esta em cada um de nós sabermos vivenciar e aproveitar bem esses momentos a cada oportunidade que se nos deparam em nossa vida.
Saber admirar a beleza de uma flor, por exemplo, quando nos deparamos com uma delas nos raros momentos dessa vida atribulada em que vivemos. Ou então, parar para ouvir o canto de um pássaro apesar do barulho dos motores.
Um dos tantos prazeres que temos à nossa disposição para nos satisfazer e que não desperdiçamos, pelo contrário, até o melhoramos muito, é a música. Para que a música nos dê momentos melhores e maiores de prazer há à nossa disposição aparelhos maravilhosos que a tecnologia moderna se esforça para melhorá-los todo cada dia.
A música é certamente o maior prazer que o ser humano tem pelo sentido da audição. E o gosto por ela pode ser bem distinto para cada pessoa, indo do sertanejo ao clássico erudito. E serve tanto para acalmar-nos quanto para excitar-nos; levar-nos às lágrimas, tanto pela emoção como pelo delírio; à alegria como à tristeza.
Os sentidos humanos são cinco, Visão, Audição, Olfato, Tato e Paladar, foi isso que aprendi, mas hoje, com tantas inovações, já nem sei se não teria que acrescentar mais alguns outros.
Se na Audição temos a música como melhor fonte de prazer para cada um de nós, certamente, pela Visão nem sempre temos uma preferência assim tão determinada como por flores, por exemplo, mas múltiplas outras formas.
No Paladar, grande fonte de prazer humano – e cada vez maior, basta se ver o crescente número de obesos – também é bom que as preferências sejam tão diversas em cada pessoa. Por conta disso, sempre haverá comida para todos.
Mas deixo de lado as considerações sobre os sentidos humanos para dizer algo, não acerca dos sentidos, mas de sentimentos.
No dia 29 de setembro, quinta-feira passada, senti um dos maiores prazeres de minha vida: Mais de cem pessoas estiveram na ACED, Associação Comercial e Empresarial de Dourados, no lançamento de meu livro “Conversas de Segunda-feira”.
Como disse a elas naquela noite, a presença delas naquele momento demonstrava o carinho e o afeto que tinham por mim. Estavam lá pelo prazer de me fazer feliz – um momento inesquecível na minha vida que, por isso, lhes sou grato.
Esse livro, “Conversas de Segunda-feira”, reflete o trabalho de três anos. Trabalho de todos os finais de semana. Nem todos os artigos escritos nos últimos três anos estão nele, mas a coletânea deles, muito bem organizada pelo editor Nicanor Coelho, sintetiza o que julgou serem os mais representativos para imortalizá-los no livro. Sou-lhe grato pelo trabalho.
E a todos os que, de uma maneira ou outra, me ajudaram nesse trabalho quero externar aqui minha gratidão, especialmente a todos os que foram ao lançamento do livro na ACED e que fizeram daquele momento, um dos momentos mais prazerosos da minha vida.
Waldir Guerra
* Membro da Academia Douradense de Letras, foi vereador, secretário do Estado e deputado federal.
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