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Leia o artigo: “Mulher”, por Diego Luque

08 março 2013 - 12h24

Estou lendo esse texto e provavelmente deve haver alguma mulher falando por aí. Tenho a certeza de que a mulher nasceu para falar, assim como o homem não nasceu para ouvir. É claro! É visível! É fato!

Na verdade, a mulher é muito mais do que a fala, ela é a prática da sua própria fala. Ela é a tática que não se cala. É o nada que se intercala. A mulher é louca, é lúcida! Talvez nenhuma outra criatura consiga se elevar à perfeição desse ser imperfeito. Talvez alguma qualidade transpareça seu defeito, mas independente de idade ela se torna um lindo conceito. Mulher!

Chora! Fala! Fala, e chora, e se apavora, e se devora. – Que demora! Meu Deus, mulher!

-Ah! mulher! – O suspiro inspira com força toda a fraqueza dessa brutalidade delicada que é a mulher. Uma fragilidade, fisicamente isenta, mas, emocionalmente, cobrada todos os dias. A emoção ataca em todas elas. E é incrível como a “mulher-avó-mãe-filha-neta-mulher-menina” é a mesma mulher. São apenas fases que se colocam em crase e por isso são várias em uma. Toda menina tem sua experiência e toda mulher tem seu lado menina. Talvez essa seja a sina que a todo homem fascina – Ai menina!

E aprofundando mais no pensamento, muda-se o conceito de “para quê a mulher nasceu?”. Ninguém nasce para falar. A mulher talvez já nasça fofocando, mas não é a sua razão de viver. A mulher nasceu para o amor e ela ama isso!

As mulheres às vezes são estranhas e cobram absurdos dos homens. Elas cortam uma ponta do cabelo e querem que a gente veja. Elas falam que querem nosso amor exclusivamente para elas, mas vivem falando de um tal de Chico todo mês. Se damos uma rosa, queriam um buquê; se damos o buquê, acham que é exagero; se não damos nada, não as amamos. Ninguém entende as mulheres e a bipolaridade reina.

A mulher que grita é a mesma que ama; a que fala é a mesma que não para; a que romantiza é a mesma que sensualiza; a que chora é a mesma que ri; a que manda é a mesma que obedece; a que não suporta criança é a mesma que engravida; a que quase não deu conta do primeiro filho é a mesma que teve o segundo e talvez o terceiro; enfim...

A mulher é um ser insubstituível que se substitui em cada mulher. Ela é sensível na sua insensibilidade. Ela continua feminina na sua “masculinidade”. Ela será sempre uma menina ao passar da idade. Para os homens ela sempre será um “problema” abençoador. E para ela sempre será mulher.

Feliz dia internacional da mulher!


(*) Estudante do 4ºano de Letras da UEMS.

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