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Leia "Cumulus Nimbus..." por Isaac Duarte de Barros Junior

02 agosto 2011 - 12h35

Fossemos ficar incomodados analisando as opiniões negativas a nosso respeito, notadamente aquelas formadas pelas pessoas que não conhecemos, gente com quem sequer tivemos um relacionamento profissional, melhor seria nos preocuparmos vendo a formação de nuvens no céu. Pois certas figuras, infelizmente não respeitam as experiências dos outros, principalmente aquelas adquiridas pelos ensinamentos do mestre tempo.

Todavia, queiram elas ou não, nas sociedades civilizadas existem certas regras a serem seguidas e respeitadas. Por exemplo, a sabedoria, o próprio adjetivo explica seu significado, identificando-a como uma das qualidades dos homens portadores de sensatez. Portanto, para rotularmos seres humanos, como sensatos, uma das premissas é viver bem na referida sociedade, deixando os outros prosseguirem seus destinos em paz. Entretanto, para figurar na lista dos desequilibrados, ficou fácil. Basta qualquer pessoa adotar um comportamento cabotino.

Dessa maneira, notamos que o desespero humano em algumas criaturas, é ter de esperar na fila indiana das oportunidades, a chegada da vez para conseguirem algumas posições destacadas. Muitas, feitas com as repescagens nos torneios das chances perdidas, realizados nos lagos da existência. Por conseguinte, atitudes comezinhas, são desaconselhadas pela ética. A propósito, o fato de repetirem-se essas bobagens no meio social, faz-me a citar um conselho do chinês Lu-pin-fú, comerciante imigrante da fase de menor crescimento paulistano, em épocas remotas. Dizia o inteligente amarelo vendedor de pastéis, que sem o trigo ser plantado e vendido a granel aos comerciantes, de nada adianta os aspirantes à profissão de padeiros, abrirem novas padarias.

Afinal, sem a matéria prima, não existem mercados. Dessa forma, é aconselhável pesquisar as possibilidades de ganho real, antes de impetuosamente alguém abrir as portas para o público comprador entrar. Pensando dessa forma, no tocante ao delicado assunto referente à segurança pública, acredito não será construindo prisões, ou ocupando espaços nos meios de comunicações, mostrando crimes chocantes, que resultará por encontrarmos fórmulas de colocar um final na mentalidade cauíla.

Efetivamente, precisamos é fortalecer os princípios decentes e prepararmos os brasileiros deste século, para podermos ingressar na fase sonhada pelos nossos fundadores. Qual seja a de progredir, com ordem.

E quando o assunto enfocado, salutarmente fosse nos conduzir a luz das soluções no final do túnel, mesmo após tantos anos transcorridos, finalmente seríamos reconhecidos como um povo evoluído. Então, premiando-se a espera nesta nação pacienciosa, se ela a sua parte cumprir, orquestraremos no parlamento nacional leis acatadas e teremos uma legislação decente. Enquanto isso, devemos continuar torcendo, esperando pela nossa independência econômica. Mas nada de excepcional ocorrerá no coletivo da igualdade, senão acreditarmos nas esperanças de ver nascer um futuro melhor para os nossos descendentes.

Porque um povo civilizado, antes de tudo é educado, não sente inveja do próximo, não fala mal dos outros e no transito, respeita os direitos dos pedestres. Pois, relativamente ao trânsito, o instinto assassino anda escondido no corpo dos habilitados inaugurais, gente que pela primeira vez, está dirigindo um veículo a motor nas ruas de cidades e estradas. Estes tolos, sujeitos a processos criminais, graciosamente imprimem marcas de freadas no asfalto, com suas máquinas adquiridas em prestações ainda não quitadas.

Irresponsáveis, parecem fazê-las gemer, esvaindo-se num som que pede socorro. Torturadas pela palermice dos idiotas, seus malucos condutores, eles semelham guiar portando psicoses, transferindo-as quando manejam o volante motorizado. Desta maneira, esses motoristas desiquilibrados emocionalmente, nesses segundos de reconhecida estupidez, concluem o infeliz delito assumido. Dolosamente, eles acabam ceifando vidas humanas uteis, colocando-as nas estáticas dos mortos dolosamente em acidentes de transito. Assim, se quisermos realmente ingressar no primeiro mundo das nações, antes deveremos extinguir certos desmandos e condutas votadas para o crime...



Isaac Duarte de Barros Junior*
*advogado criminalista, jornalista.

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